Arquivo da categoria: Gestao Ambiental

DIA INTERNACIONAL DA RECICLAGEM POR IRU BARBOSA

Dia de reflexão sobre questões ambientais, sociais e econômicas, além do seu próprio comportamento, que diz muito sobre você.

O dia 17 de maio deve ser um dia de reflexões sobre as questões ambientais, econômicas e sociais. Esta data foi constituída pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) para celebrar a RECICLAGEM  que significa “ato ou efeito de se recuperar parte útil dos dejetos e de reintroduzi-la no ciclo de produção de que eles provêm”.

Mas o que devemos refletir sobre isso? Reciclar não é apenas separar nossos lixos?

O lixo, segundo a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) é definido como restos das atividades humanas que são considerados por seus geradores como inúteis, indesejados ou descartáveis, podem se apresentar de acordo com o estado físico em que se encontram: sólido, líquido e que não sejam passíveis de tratamento.

O certo é chamá-los de resíduos, que conforme sua definição, são decorrentes de atividades humanas, sejam elas industriais, domésticas, hospitalar, comercial, agrícola, de serviços ou varrição que podem ser reciclados ou reutilizados. Para isso é necessário ser separado por tipos que permita sua destinação para outros fins. Os resíduos são diversos e complexos e segundo a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) são classificados quanto a sua origem e periculosidade.

Para maior conhecimento sobre cada tipo de resíduos, basta consultar o site https://sinir.gov.br/.

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O VALOR RELATIVO DAS COISAS

Então tudo aquilo que não tem mais valor para mim, devo considerar como lixo? Não, nem tudo aquilo que não tem mais valor para você, significa que para os outros também não tenha. E esta é a PRIMEIRA REFLEXÃO a se fazer neste dia.

Os valores das coisas são agregados segundo nossas perspectivas, visões e compreensões de mundo. Enxergar valor naquilo que os outros não mais vislumbram é abrir novas possibilidades de existências de diferentes estilos de vidas possíveis e não manter apenas o velho e esgotável sistema linear das coisas. 

Um material, objeto que não apresenta mais utilidade para você pode vir a ser reutilizado por outra pessoa, pode se tornar matéria prima “secundária” de um novo produto em um novo processo ou até mesmo ser reinserida no mesmo processo de criação da qual ela já foi um dia, e assim se reexistir, na constante busca de novas formas de existências das coisas, das pessoas e do mundo. 

Todo esse processo cuidadoso gera novos tipos produção econômica na qual se preza cada vez menos da necessidade da exploração dos recursos naturais. Esse processo chama-se RECICLAGEM.

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SEU  IMPACTO NEGATIVO OU POSITIVO, VOCÊ ESCOLHE.

Você deve estar se perguntando “Qual a importância que isto tem para mim? Se estamos falando de materiais, objetos, lixos, resíduos e reciclagem?!”

Bom, com isso podemos entrar em uma SEGUNDA REFLEXÃO bastante conhecida. A que somos semelhantes a simples e inofensivas formigas em relação ao nosso Planeta. De tão pequenos e frágeis chegamos a pensar que não causamos mudanças nele. No entanto nossas atividades e ações são tão fortes quanto as formigas, que conseguem carregar 10 vezes ou mais do que o próprio peso. Nós podemos causar mudanças 10 vezes e mais a partir de simples e pequenas ações, tanto negativas quanto positivas.  Pense você: só nos últimos 50 anos, a humanidade degradou o Planeta Terra mais do que toda nossa história passada.

Segundo as pesquisas realizadas pelo Banco Mundial serão necessários quase “três Planetas Terra” para proporcionar os recursos naturais necessários para manter o atual modelo de produção consumista, caso a população mundial chegue a 9,6 bilhões de habitantes, como é a previsão para 2050.

Preocupado?

Vamos pensar melhor. Se é necessário três Planetas para proporcionar os recursos naturais para manter o estilo atual de vida para 9,6 bilhões de pessoas e hoje temos por volta de 7,7 bilhões de habitantes no Planeta Terra, então atualmente consumimos ao equivalente de recursos naturais de quase dois Planetas e meio. O que nos mostra que já estamos esgotados. Sim, isto é muito preocupante!

Limpar, separar e destinar corretamente seus resíduos para ser reinserido na cadeia produtiva é de fundamental RESPONSABILIDADE DE CADA UM para a permanência de nossa existência no Planeta Terra!   

Para finalizar esta reflexão sobre o Planeta Terra e de sua grande importância, trago a perspectiva de compreendê-lo como um ecossistema singular no Universo, pois é o único, até onde se sabe, que existe vida em abundância, permitindo assim a existência da vida do Ser Animal Humano, pois fornece o ar que respiramos, a água que bebemos e o alimento que nos nutre em companhia de milhares de espécies de outros animais e plantas em harmonia.

Desta forma devemos considerar o Planeta Terra como um Grandioso Organismos Vivo em que a humanidade nele interage. A Terra não depende da humanidade para a sua manutenção, mas sim a humanidade depende da Terra para a sua. Portanto temos o dever de respeitá-la sob a perspectiva de “um sistema em sua integridade”, como nos ensina a Teoria de Gaia de James Lovelock.

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ESTILO DE VIDA E DE CONSUMO. VOCÊ PRECISA MESMO DE TUDO ISTO?

Outro ponto para atentarmos é: Se a humanidade consome tantos recursos do Planeta Terra, por que existe tanta desigualdade social?

Trago esta questão para discorrer sobre a TERCEIRA E ÚLTIMA REFLEXÃO. O modelo hegemônico mundial de desenvolvimento econômico, ou melhor, crescimento econômico, produz e se alimenta da desigualdade social. Segundo os dados do pesquisador Carlos Machado, coordenador do Centro de Estudos e Pesquisas em Emergências e Desastres em Saúde da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz), diz que 20% da população mundial consome o total de 80% da produção de bens. Enquanto os outros 80% da população tem acesso, apenas a 20% do restante que é produzido.

Com os dados apresentados acima, me questiono quantos Planetas Terra são necessários para manter o estilo de vida de consumo destes 20% da população nos próximos anos?

Para solucionar esta questão basta fazer uma simples proporção entre os dados apresentados e chegamos em uma estimativa de 2 Planetas Terra.

Portanto se todas as pessoas do mundo tivessem acesso aos mesmos estilos de consumo, os quais dizem ser os ideais, o Planeta Terra apesar de toda a sua abundância, não suportaria tamanha devastação para produção, consumo e descarte. Desta forma, é necessário brutalmente a manutenção da desigualdade social e exploração dos recursos para manter o estado quo destes 20% da população mundial. (Gostaria de ressaltar que estes dados são de 2016, nos dias atuais estima-se que a desigualdade esteja maior)

Com estas questões descobre-se que a problemática central não está apenas voltada para quantidade de habitantes, mas principalmente pela forma de produção desenfreada e de distribuição desigual dos bens e recursos naturais.

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A RECICLAGEM NA REAL

Enfim, gostaria de ressaltar estas três reflexões, apesar delas trazerem relações entre si, tentei separar em três discussões distintas, a primeira envolvendo questões econômicas, a segunda ambientais e a terceira sociais.

Estas são as três bases do Desenvolvimento Sustentável e o interessante é pensar como o processo de reciclagem interfere nestas 3 bases.

Primeiro, gera economia em um setor que até então não é considerado lucrativo ou de valor, neste sistema econômico em que vivemos.

Segundo, diminui significativamente a exploração dos recursos naturais do Planeta Terra, preservando-o, pois, a partir do momento de reinserção dos resíduos na cadeia de produção não será mais necessário retirar estes recursos da natureza.  

E terceiro, fomentaria novas formas de produção e geração de bens mais duráveis e cada vez mais recicláveis. Outras formas de rendas e economias surgiriam, inserindo mais pessoas no processo produtivo e consequentemente distribuindo de forma mais igualitária os bens produzidos e reproduzidos pelos mesmos.

Pelas reflexões levantadas demostramos a relevância de celebrar e praticar conscientemente este dia 17 de maio , o Dia Internacional da Reciclagem.

Em Ituiutaba você pode entrar em contato com a Copercicla para saber os dias e horários que ela atende o seu bairro. Pode contar ainda com inúmeros catadores informais que complementam sua renda com esse material. Vale ressaltar a importância de criar um vínculo e trazer o resíduo sempre separado e limpo. 

Copercicla:  (34) 3261-3606http://www.copercicla.com/index.php

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COPERCICLA- ITUIUTABA               Foto: Marcus Thompson

 

Iru Iakowsky Barbosa – Companheiro ~ Pai ~ Geógrafo ~ Artista das Ruas ~ Na eterna busca por renovações dos resíduos…

REFERÊNCIAS:

https://sinir.gov.br/

https://jus.com.br/artigos/45582/as-influencias-do-ser-humano-no-meio-ambiente-e-seus-reflexos-no-ambito-juridico

http://dssbr.org/site/entrevistas/novos-padroes-de-vida-e-consumo-para-o-planeta-e-a-saude/

https://www.vgresiduos.com.br/blog/diferenca-entre-lixo-residuo-rejeito/

https://www.senado.gov.br/noticias/Jornal/emdiscussao/rio20/temas-em-discussao-na-rio20/onu-estabelece-tres-pilares-para-o-desenvolvimento-sustentavel-dos-paises-economico-social-e-ambiental.aspx

Ituiutaba terá ECOPONTO de Embalagens de Óleos Lubrificantes

SELOFINAL

A Plataforma Ituiutaba Lixo Zero, juntamente com as Secretarias Municipais de Obras de Meio Ambiente, realiza nesse dia 31 de maio, de 19h às 21h, no Salão de Eventos do Líder Hotel, o evento de lançamento do Ecoponto de Embalagens de Óleos Lubrificantes.

 

O ECOPONTO de Embalagens de Óleos Lubrificantes viabilizará a logística reversa das embalagens de óleos lubrificantes no município de Ituiutaba.

 

O objetivo desse evento é reunir as empresas do setor de óleos lubrificantes que estão cadastradas no programa para tirar dúvidas, distribuir os kits de participação e dar as últimas orientações.

 

O evento reunirá os estabelecimentos comerciais que realizam a troca de óleo e que já estão cadastrados no programa, assim como representantes da Prefeitura Municipal de Ituiutaba, Polícia Ambiental, Associações representativas do setor produtivo como também da sociedade civil.

 

A iniciativa se dá por meio da Associação Plataforma Ituiutaba Lixo Zero, gestora do ECOPONTO de Embalagens de Óleos Lubrificantes, em parceria com a Prefeitura Municipal de Ituiutaba.

 

A Prefeitura acredita que a participação dos estabelecimentos é fundamental para a nova forma de gerir os resíduos perigosos, classe I, em Ituiutaba.  Conforme o Secretário Municipal de Meio Ambiente Gilson Lucas Lima “a participação de todos os comerciantes dessa área é muito importante, pois, as embalagens de óleos lubrificantes são resíduos perigosos e, portanto, contaminantes, que causam sérios impactos ambientais e de saúde”.

VOCE SABIA final

Já o Secretário Municipal de Obras, Vicente de Paula Fontoura Filho, grande viabilizador dessa iniciativa, ressalta que “a Prefeitura Municipal de Ituiutaba está viabilizando essa iniciativa da Plataforma Ituiutaba Lixo Zero para que o município consiga avançar na gestão de resíduos sólidos, especialmente aqueles que já são submetidos ao sistema de logística reversa que é o caso das embalagens de óleos lubrificantes”.

ORIENTACOES

O evento acontecerá no dia 31 de maio, de 19h às 21h00, no Salão de Eventos do Líder Hotel e a operação do ECOPONTO de Embalagens de Óleos Lubrificantes, situado em frente à CASEMG, inicia a partir do dia 05 de junho de 2017.

 

Mais informações:

Diretora Executiva Plataforma Ituiutaba Lixo Zero: Alice Drummond: 34. 99690 1979

Coordenadora Ecoponto: Adelanne Borges: 34. 99228 5281

Você já ouviu falar em IPTU Verde?

O IPTU Verde é uma realidade já adotada em diversos municípios brasileiros.

A ideia é que os cidadãos adotem práticas de preservação ambiental em imóveis residenciais e como contrapartida recebam desconto no IPTU – Imposto Predial e Territorial Urbano.

Cidades como São Carlos, São Bernardo do Campo, Salvador, Guarulhos e Curitiba, entre várias outras,  já concedem descontos no IPTU há alguns anos. As práticas mais recorrentes são:

  • Instalação de sistemas de captação de águade chuva
  • Reúso de água na habitação ou edificação;
  • Construção de cobertura vegetal;
  • Garantia de áreas permeáveis maiores do que as exigidas pela legislação local nos terrenos;
  • Instalação de placas fotovoltaicas para captação de energia solar;
  • Plantio de árvores na frente da residência.

Os cidadãos devem se inscrever no programa apresentando as práticas já adotadas. Eles passam por uma verificação por parte dos órgãos públicos responsáveis e, se devidamente adequados e aptos, passam a receber o desconto no IPTU.

O valor dos descontos varia de cidade para cidade, conforme os objetivos do município e também de sua arrecadação. Em São Carlos no ABC Paulista, por exemplo, para implantar o programa de fomento a iniciativas ambientais, “não houve renúncia de receita, uma vez que a prefeitura criou medidas compensatórias para o que deixou de arrecadar: aproximadamente R$ 50 mil em 2011, de um universo de R$ 48 bilhões”, conforme explica o secretário de finanças municipal, Paulo Almeida no ano de 2011. “E o ganho para a cidade é inquestionável; houve uma qualificação da paisagem e uma melhoria no controle da poluição”.

As metodologias usadas pelos municípios foram em geral construídas com base na relevância da ação para a cidade e no investimento do contribuinte em cada medida. Logo, se para o município de São Carlos o interesse maior era no controle da poluição e na rearborização da cidade, Guarulhos incentiva também os contribuintes que investem em novas formas de captação de energia.

A concessão de desconto no IPTU com base em características do imóvel que são favoráveis à cidade está em linha com o que a Constituição Federal chama de Função Social da Propriedade e, também, com o Estatuto das Cidades, já que, na medida em que a cidade tenha um Plano Diretor Urbano, ela poderá cobrar conforme a efetiva utilização do imóvel e sua função social.

Como os descontos e isenções afetam diretamente a arrecadação pública do município, é necessário “destacar no projeto de lei e em toda a discussão, de onde vai sair o dinheiro para a implementação da política ou apresentar a previsão orçamentária considerando a redução da arrecadação, no caso de incentivos”, explica Ana Claudia Utumi, sócia responsável pela área tributária do Escritório Tozzini Freire. Assim, “para que qualquer Legislativo (municipal, estadual ou da União) aprove uma lei que enseje renúncia fiscal é preciso uma previsão de qual será o impacto dessa renúncia nas contas públicas”, completa.

SALVADOR – BAHIA

IPTU Verde – Em Salvador, na Bahia, o programa oferece até 10% de desconto no IPTU para construções residenciais, empresariais, mistos ou institucionais que contemplem ações e práticas que reduzam os impactos ambientais em suas obras. O percentual de abatimento no valor do imposto, que pode ser de 5% (selo bronze), 7% (selo prata) e 10% (selo ouro), varia conforme a pontuação obtida através dos itens utilizados no imóvel, que são distribuídas em cinco eixos: Gestão Sustentável das Águas, Alternativas e Eficiência Energética, Projeto Sustentável, Emissões de Gases de Efeito Estufa e Bonificações.

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Essa iniciativa pública é benéfica a todo o município, que por sua vez, eleva seus patamares de sustentabilidade e consequentemente de qualidade de vida e preservação da mesma. É benéfica também aos cidadãos individualmente, pois esses gozam dos benefícios residenciais e, claro, tem desconto no IPTU, e, por fim, aos governos locais que adotam uma prática alinhada a uma visão de futuro e perenidade deixando assim um legado à população.

 

* Alice Drummond – mestre em governança de resíduos sólidos pela Sorbonne Paris 3, consultora em gestão de resíduos sólidos pela Resíduo de Valor e diretora executiva da Associação Plataforma Ituiutaba Lixo Zero

 

Fontes:

  1. http://infraestruturaurbana.pini.com.br/solucoes-tecnicas/16/artigo260567-1.aspx ;
  2. http://iptuverde.salvador.ba.gov.br/ ;
  3. http://www.saocarlos.sp.gov.br/index.php/incentivo-ambiental-iptu.html;
  4. http://www.agenciadenoticias.salvador.ba.gov.br/index.php/pt-br/releases-2/geral/2709-salvador-entre-as-100-cidades-que-adotaram-as-melhores-praticas-sustentaveis;
  5. http://www.cbic.org.br/sala-de-imprensa/noticia/salvador-sustentavel-cidade-esta-entre-as-100-mais-sustentaveis-do-mundo
  6. http://www.100resilientcities.org/cities/entry/salvadors-resilience-challenge#/-_/

 

Plataforma Ituiutaba Lixo Zero promove oficina de compostagem

LOGOPILZA Plataforma Ituiutaba Lixo Zero realiza em parceria com a UEMG no dia 23/08/2016, das 13h às 17h, na própria UEMG, oficina de compostagem com o instrutor Matheus Eduardo, cujo objeto será a compostagem de folhas secas, podas de árvores e esterco. A oficina será aberta aos estudantes do curso de Agronomia, da referida instituição e interessados em geral. 

Evento: Oficina de compostagem

Data: 23 de agosto de 2016

Horário: 13h às 17h

Local: UEMG – Campus Ituiutaba

 

Mais informações:

Alice Drummond (34) 99690-1979

lixozeroitba@gmail.com

 

 

 

 

 

 

 

A Fábrica de Árvores dos Meninos de Araçuaí – por Guilherme Arueira

– Se a gente planta árvore na porta de casa, por que não plantamos na beira do rio? Perguntou um aluno que fazia uma tarefa de casa.
– Vixe, então se for pra plantar no rio a gente ia precisar de uma fábrica de árvores. Disse Yuri, um dos educadores do CPCD.

E foi neste cenário que nasceu a Fábrica de Árvores dos Meninos de Araçuaí. Através de uma provocação de uma criança somado aos ouvidos atentos de Yuri, surge a ideia de um projeto 100% colaborativo na construção de uma verdadeira fábrica de árvores que fosse, não só das crianças do projeto ser Criança, mas também da cidade toda.

Sendo assim, lançado o desafio!

Reflorestar as margens do rio Araçuaí, o rio mais importante da cidade.

O Sonho

Bom, sonhar não custa nada e esse sonho parece ser bem possível. O objetivo foi traçado, reflorestar as margens do rio, nas regiões mais próximas da cidade e que são utilizadas pela população.

 

Okay, então pra isso é necessário um grande viveiro de mudas nativas. Certo? Sim, daí a “fábrica de árvores”.

A Fábrica

Vamos lá. Primeira dificuldade.
Como conseguir recursos para isso?

Como é um projeto colaborativo. Um financiamento colaborativo para a construção do viveiro de muda. Lindo!

Com uma simples campanha no site Kikante, esse projeto arrecadou, com doações vindas até do exterior, o suficiente (apenas R$ 3500,00) para construir um super viveiro onde as crianças que vão plantar e cuidar das mudas.

E não é um viveiro qualquer. Foi na necessidade de algo inovador e viável que Yuri decidiu fazê-lo em forma de uma cúpula geodésica, ou seja, uma verdadeira arapuca num formato futurístico de meia esfera.

– Pesquisando na internet, encontrei um cara no Brasil que fabrica essas cúpulas, e na medida que eu queria, ele ia me cobrar mais ou menos 7 mil reais. Caro demais! Daí eu pesquisei mais um pouquinho e encontrei um site norte americano em que faz todo os cálculos e te possibilita construir um sozinho, relatou Yuri.

– E quanto que custou esse que você está construindo? Perguntei.

– Apenas R$ 800 de material. Tubos de PVC e parafusos, basicamente.

Show de bola, né?! Com um custo baixíssimo, frente ao preço do mercado. Yuri conseguiu viabilizar e construir um primeiro viveiro e dar início à tão falada Fábrica de Árvores.


– E esse é apenas o protótipo inicial. Nós vamos construir um maior com 20m de diâmetro.

Sim! Vai ser uma verdadeira fábrica de árvores. Sem contar que as mudas são plantadas em caixinhas Tetra Pak. Mais uma boa maneira de reaproveitar esse resíduo que é tão difícil reciclar.

Pronto. Segunda dificuldade
Onde construir o viveiro grande?

Contou Yuri que tiveram que articular com a sociedade para conseguir um terreno emprestado. Tiveram algumas propostas diferentes, mas foi justo na beira do rio que eles querem reflorestar, que encontraram o lugar ferfeito.

Agora vem a parte boa. Pôr a mão na massa, divertir e aprender brincando. Assim mesmo, de maneira simples e inovadora, os educadores do CPCD vão transformando a realidade em que vivem, educando nossas crianças para o respeito e o convívio com o meio ambiente.

Parabéns Yuri. Você sabe fazer a diferença.

Para saber mais sobre o projeto acesse:
https://www.facebook.com/fabricadearvoresdosmeninosdearacuai/?fref=ts

Para saber mais sobre o financiamento colaborativo acesse:
http://www.kickante.com.br/campanhas/fabrica-de-arvores-dos-meninos-de-aracuai

Para construir a sua própria Cúpula, acesse o site:
http://www.desertdomes.com/domecalc.html
*Guilherme Arueira é graduado em Engenharia Mecânica (UFU) e mestre pela mesma Universidade.  Atualmente, Guilherme é Educador Popular e viaja o Brasil pesquisando pedagogias alternativas no território e busca atuar na área de educação ambiental nas instituições que trabalha

Acompanhe seu trabalho na página Chove Brasil do Facebook:

https://www.facebook.com/chovebrasil/?fref=ts

 

Para refletir – por Regina Moura

Há muito podemos observar o descuido dos feirantes durante e após a feira-livre que acontece todos os sábados na Av. 1 (Jorge Jacob Yunes). O cenário quando é encerrada a feira é deprimente: lixo orgânico amontoado de um canto a outro da rua, e não apenas na via, mas nas calçadas, muitas vezes bem próximo aos muros das casas! O lixo não é ensacado para ser recolhido pelo caminhão do lixo.

Feira Itba Abril 2016

Como em qualquer residência, empresa comercial, industrial ou de alimentos na cidade de Ituiutaba, os feirantes deveriam manter permanentemente limpa a área ocupada pela banca e seu entorno, desde a montagem até a desmontagem. O lixo produzido deveria ser acomodado em sacos plásticos resistentes e deixados na calçada para o recolhimento, como todos nós fazemos há anos!

Frutas e verduras podem ser vistas no chão e não apenas durante a feira-livre, mas principalmente depois no encerramento da mesma – é o que sobra do pós-feira na avenida Jorge Jacob Yunes onde ficam instaladas as barracas: cascas de frutas e verduras, palha de milho, guariroba, fruta esmagada ao chão, sobras de verduras, caixas de papel, plásticos, papéis, jornais… tudo isso é deixado pela rua!

TODOS deveriam fazer sua parte para manter o ambiente limpo (a avenida, a cidade) – detalhe: a feira acontece VIZINHA ao Pronto-socorro Municipal!

Acredito que o pior problema é a falta de consciência em entender que não se deve jogar lixo na rua, como se o Poder Público fosse responsável por tudo o que é colocado no chão. E não é porque temos uma empresa que faz acoleta de lixo que podemos deixar o lixo exposto. Aliás, em nossas residências, se não colocarmos o lixo em sacos plásticos, a empresa não o recolhe, óbvio!

Seria interessante se houvesse:

  • Trabalho de conscientização junto aos feirantes, no sentido de terem mais ordem e higiene;
  • Trabalho socioeducativo – distribuição, inicialmente, para cada barraca, sacos de lixo e implantação de sistema de fiscalização. Ao desmontar a barraca, o feirante teria que deixar seu lixo ensacado. O objetivo seria agilizar o serviço da empresa de limpeza urbana e manter o ambiente limpo (nota: o serviço de limpeza e coleta acontece cerca de 30 a 60 minutos após o término da feira – neste período – precisamos conviver, em pleno século XXI com a sujeira na rua). Quem não atendesse a isso, após esse período de orientação, deveria ser penalizado; também, após este período, cada feirante ficaria responsável em adquirir os sacos para armazenagem do lixo;
  • O feirante que encerrasse seu trabalho na feira e deixar o lixo espalhado deveria ser notificado, podendo até ser suspenso do seu trabalho.

 

A adoção dessas soluções podem ser efetivadas– e resolveria o problema de manter a limpeza da rua (bem como das demais feiras da cidade – pois essas condutas atingiriam todas elas).

Não parece simples? O que você pensa a respeito?

(Texto semelhante foi entregue pessoalmente ao Secretário de Obras – e aguardamos mudanças).

  • Regina Moura Carvalho – fisioterapeuta graduada pela Universidade Federal de São Carlos – UFSCar (1990) e graduada em Administração pela FTM em 2008; tem afinidade com temas ligados ao meio-ambiente, sustentabilidade e afins e incorpora, sempre que possível, práticas relacionadas, como coleta de água da chuva, plantio de árvores, separação do lixo para reciclagem, redução e reutilização de materiais.

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Programa Lixo Orgânico Zero em Lages-SC

*Por Germano Güttler

O Programa Lixo Orgânico Zero (PLOZ) teve início na cidade de Lages no final do ano de 2012. Este programa começou a ser idealizado em 2005, quando fazíamos trabalhos de extensão universitária em escolas públicas, de primeiro e segundo grau, que tinham como objetivo a implantação de hortas nestas escolas. E nessas hortas sempre utilizamos os resíduos orgânicos das cozinhas destas escolas. Entretanto, estes trabalhos apresentavam pequenos resultados, pois fazer uma horta é uma atividade cansativa e que exigia muito esforço físico de professoras e estudantes. Em cerca de sete anos desta atividade, tínhamos 4 ou 5 escolas que conseguiam, com muito esforço, manter hortas produzindo hortaliças.

Horta PLZO Lages

Foi nesta época que mudamos o foco dos trabalhos pois verificamos que o lixo orgânico era um dos maiores problemas ambientais de nossa cidade. Colocamos como prioridade o manejo destes resíduos orgânicos e, sempre que possível, utilizando estes resíduos para montar uma horta. A horta passou a ser uma consequência da compostagem. Nessa época, no ano de 2012, foi quando criamos um sistema mais eficiente e mais fácil para usar estes resíduos e batizamos esta nova técnica de mini compostagem ecológica (MCE).

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As MCEs que criamos não eram somente uma compostagem. A MCE é um método diferente de fazer uma horta. Consiste nas seguintes etapas:

  • Separar, na origem (nas cozinhas), os resíduos orgânicos dos demais resíduos sólidos;
  • Escolher um local para fazer a MCE. Pode ser um canteiro no solo, uma jardineira, um grupo de vasos, entre outros;
  • Os resíduos orgânicos devem ser colocados sobre a terra, concentrados em uma camada de 8 a 20 cm de altura, sem espalhar;
  • Deve-se cobrir os resíduos orgânicos com uma camada de 3 a 5 cm de material orgânico de difícil decomposição e granulometria fina, tais como grama cortada, serragem, cinza de termoelétrica, folhas secas trituradas, podas de jardim trituradas entre outros;
  • Repetir este processo diariamente colocando os resíduos orgânicos lado a lado cobrindo o solo sem deixar espaços entre as colocações, formando uma compostagem laminar sobre o solo que vai, a cada dia, cobrindo mais uma área deste solo;
  • É necessário mexer com um garfo de jardim algumas vezes (geralmente uma vez por semana), facilitando a oxigenação da compostagem, pois evita a presença de moscas, elimina eventual mau cheiro e acelera o processo de decomposição. Sempre que for necessário, após a aeração, cobrir novamente com os mesmos materiais para que os resíduos orgânicos não fiquem visíveis;
  • Após 30 a 40 dias a compostagem estará pronta, e devemos plantar mudas ou sementes de hortaliças, temperos, chás, flores sobre o material já decomposto. Este processo também pode ser realizado em um local fechado (como uma garagem) e o material, depois de pronto, pode ser levado para uma horta ou jardim.

Seguindo estas orientações, o solo fica completamente coberto com uma espessa camada de matéria orgânica humificada. Todas sementes ou plantas, que estavam neste solo, são sufocadas por esta camada e a vegetação não brota e as sementes de inços não germinam. Portanto, o solo do canteiro não necessita ser virado com pá e também não se faz necessário o uso de enxadas para capina após o plantio das hortaliças. Esta espessa camada também mantém elevada a umidade do solo e a irrigação pode ser reduzida em 60 a 80% quando comparada com uma horta tradicional.

Acreditamos que as nossas MCEs resultam em hortas que exigem menos de 20% do trabalho necessário para montar e manter uma horta tradicional. A MCE forma uma horta que dispensa o uso de pás, enxadas e quase dispensa o uso de regadores e mangueiras. A facilidade em montar uma horta sobre uma MCE é tão evidente que, durante os anos de 2013 e 1014, este sistema foi amplamente divulgado pela nossa cidade e mais de 100 escolas aderiram ao projeto e atualmente (final de 2015) mais de 70 destas escolas estavam mantendo o projeto mesmo sem acompanhamento e orientação dos bolsistas do projeto, mostrando que é uma tecnologia social, aberta e de fácil propagação.

PLZO LAges

Utilizando as escolas públicas e as agentes de saúde do município como base de divulgação desta proposta, e apostando na capacidade de auto disseminação da tecnologia das MCEs, acreditamos que atingimos, com um baixíssimo custo, cerca de sete a dez mil residências, aumentando a compostagem residencial para mais de 30% dos domicílios de nossa cidade.

 

Para acompanhar as notícias e aprender mais curta a página do projeto no Facebook: https://www.facebook.com/lixorganicoZERO

Germano Güttler é Professor do Departamento de Agronomia do Centro de Ciências Agroveterinárias (CAV) da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)

Contato: 49 9992-6171

 

DE QUEM É A CULPA DA CRISE HÍDRICA ATUAL ? POR GUILHERME GARCIA DA SILVEIRA

Como se não bastasse o calor que tem feito nestes últimos tempos, ainda aparece esta notícia repentina de racionamento de água!
                Mas, afinal de contas, a culpa é de quem?
                Nosso sistema de produção é variado, mas é quase todo pautado no agronegócio que consome mais de 60% do total de água utilizada em nosso dia a dia. Como este setor exige grandes áreas de plantio e manejo, o avanço sobre as florestas e o Cerrado tornou-se tão intenso que não poupou mata ciliar, veredas, fragmentos florestais e, principalmente, as nascentes.
                A falência de nossa cidadania é tão notória que a maioria de nós nem sabe que em nossa Constituição Federal, artigo 225 está escrito: ” Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao PODER PÚBLICO e à COLETIVIDADE o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações
                O que temos feito da nossa parte em relação ao meio ambiente?
                A falsa noção de que água nasce da torneira e some como mágica quando passa pelos ralos e descargas tem que terminar urgentemente. Estiagem severa não é um problema restrito ao Nordeste brasileiro. Ela nos encontrou e vai, cada vez mais, mostrar sua verdadeira face, aceitemos ou não, nos forçando a uma mudança de paradigma que será bastante dolorosa no início.
                Nosso comportamento individualista contribuiu para que ignorássemos o que acontece na zona rural com as matas e cursos d’água, no terreno baldio em que se joga “lixo” e carcaças de animais, no uso abusivo de água potável para lavar chão e nas perdas nos sistemas de distribuição que, em Ituiutaba, se aproxima de 30%. Apenas nos interessamos pela gestão pública quando tem espetáculo nas redes sociais ou na Câmara, sem jamais propormos algo que beneficie o município. E assim ficamos nesta vida utópica de que a culpa e os deveres são do poder público ou das outras pessoas e nos esquecemos que somos parte desta engrenagem que, para funcionar direito, tem que ter o lubrificante da cidadania, exercida em seu grau mais simples que é cumprir o que nos compete individualmente. Isto inicia-se no simples ato de se evitar jogar um simples papel no chão ou não lavar calçada com água e vai até em nossas obrigações básicas como conhecer as leis federais, estaduais e municipais, para cumpri-las. Mas não, temos ficado em nossas casas, em nossa zona de conforto, gastando água como se esta fosse infinita e apontando o dedo para o próximo nos esquecendo da torneira que deixamos aberta durante a escovação dos dentes, lavação do carro ou no banho demorado que levou para o ralo até nossas preocupações diárias, como se estas não fossem retornar ao abrirmos a torneira e não vermos nenhuma gota por causa do racionamento.
                Não nos preocupamos com nossos córregos ou rios pois sempre achamos que a responsabilidade é do produtor rural ou do município vizinho e nos esquecemos que cursos d’água ultrapassam fronteiras municipais, estaduais, federais e internacionais. Água é responsabilidade de todos. O rio Tijuco e o São Lourenço são um exemplo disto, o primeiro nasce no município de Uberaba e o segundo no Prata. Nunca houve interlocução entre estes municípios e poucos foram os programas de recomposição vegetal e, a cada dia, perdem-se mais árvores e nascentes.
                Se não mudarmos nossos hábitos, dificilmente teremos um futuro decente pois estima-se que os períodos de estiagem sejam cada vez mais severos. Somando-se ao fato que devastamos o Cerrado e exterminamos as veredas que são áreas de recarga hídrica, não teremos um bom horizonte. Não adiantará levantar as mãos aos céus e rogar por piedade ou chuva. Não fizemos nossa parte e apenas colhemos o que (não) plantamos.
                Faz-se necessária a implementação de políticas sérias e perenes em Educação Ambiental que deve se iniciar no período pré escolar, incorporando práticas de sustentabilidade.
                Se o poder público não se interessa por assuntos voltados ao meio ambiente, teremos que assumir nossa parte da culpa pois os políticos saem de dentro de nossas famílias com todos os defeitos e virtudes. Nossos representantes nos espelham.
                As discussões sobre nosso desenvolvimento tem que ser pautadas sob o manto da transparência e sustentabilidade ambiental em todas as esferas da sociedade: escolas, empresas, comércio, Sindicato Rural, SAE, poder público, Câmara de Vereadores, associações diversas, dentro de nossos lares e até na conversa na praça ou calçada.
                Inevitavelmente teremos que fazer recomposição vegetal de nossos rios, especialmente o São Lourenço e isto é um processo de longo prazo onde os frutos serão colhidos pelos nossos filhos ou netos, mas é necessário que o façamos o quanto antes.
                Apontar um culpado pela crise hídrica e os desajustes ambientais que estão acontecendo é apontar para nós mesmos, pois não temos assumido nossa parcela de responsabilidade nos esquecendo de que temos direitos mas, sobretudo, temos DEVERES.
Foto Guilherme - CNSH (1)
*Guilherme Garcia da Silveira é professor universitário. FACIP/UFU.

Práticas sustentáveis nas grandes empresas e suas demandas para as Micro e Pequenas Empresas

O Sebrae disponibilizou um documento chamado as Práticas sustentáveis nas grandes empresas e suas demandas para as Micro e Pequenas Empresas que pode ser baixado de seu site nesse link. Nesse documento, ele exemplifica como diferentes empresas, grandes, médias ou pequenas empresas, fizeram para implantar praticas sustentáveis, incluindo o gerenciamento e redução de resíduos. O documento visa disseminar e também ampliar o conhecimento de empresas sobre práticas sustentáveis de outras empresas, em especial as grandes empresas, e que isso é uma alternativa para que possam gerar valor através dessas atividades.

 

PRÁTICAS DE RESPONSABILIDADE E GESTÃO AMBIENTAL

O documento mostra a realidade de cada empresa e no fim de cada apresentação é feita a seguinte pergunta:

PODERIA CITAR 10 EXEMPLOS DE PRÁTICAS DE RESPONSABILIDADE E GESTÃO AMBIENTAL A SER INCORPORADA S NA MPE, QUE VENHAM A SIGNIFICAR MAIOR ACESSO, COMO FORNECEDORES, ÀS GRANDES EMPRESAS?

Confira as respostas:

Empresa Sertenco

  • Respeito à Legislação Ambiental;
  • Implantação do SGI;
  • Conscientização de todos os colaboradores;
  • Qualificação dos fornecedores para cumprirem as normas ambientais;
  • Treinamento dos colaboradores;
  • Auditoria dos processos implantados;
  • Divulgação interna dos resultados da Gestão Ambiental;
  • Manuseio correto dos resíduos;
  • Acompanhamento e controle do descarte dos resíduos;
  • Rastreabilidade de todo o processo da Gestão Ambiental.

MCM LIGHT

  • Investimento em pessoas;
  • Reciclagem do lixo;
  • Utilização de energia consciente;
  • Melhor aproveitamento de recursos internos, como: papel, comida, copos, etc;
  • Estabelecer relações com ONGs de ordem ambiental para auxílio no planejamento;
  • Analisar os serviços que presta e ver se neles consegue adequar a sustentabilidade;
  • Saber comunicar ao mercado suas políticas de sustentabilidade.

Ens Engenharia

  • Coleta seletiva;
  • Utilização de papel reciclado;
  • Compra de material com selo verde;
  • Uso de iluminação de baixo consumo e iluminação natural;
  • Uso de ventilação natural;
  • Uso de energia solar;
  • Reaproveitamento de água da chuva;
  • Reaproveitamento de materiais em geral;
  • Conscientização dos funcionários a aderirem à sustentabilidade dentro e fora da empresa;
  • Utilização de biocombustível.

M&R ENGENHARIA

  • Treinamento de colaboradores para conscientização dos aspectos e impactos ambientais;
  • Uso de produtos e tecnologias ambientalmente amigáveis;
  • Economia de água e energia;
  • Triagem de resíduos antes de descartá-los objetivando o uso posterior;
  • Aquisição de dispositivos corretos de coleta;
  • Acondicionamento adequado de resíduos;
  • Transporte em conformidade com as características dos resíduos e com as normas técnicas específicas;
  • Controle de registros das destinações dos resíduos;
  • Implantação de manutenção preventiva de equipamentos movidos por motores elétricos ou motores a combustão;
  • Implantação de política de segurança e meio ambiente

Saiba mais

Baixe o documento esse link.

As informações referentes  a esse post foram retiradas do documento e do site ecodesenvolvimento.org.

Escrito por Thiago Lima.