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EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA ASSEMBLEIA GERAL DE CONSTITUIÇÃO DE ASSOCIAÇÃO

 LOGOPILZ

EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA ASSEMBLEIA GERAL DE CONSTITUIÇÃO DE ASSOCIAÇÃO, APROVAÇÃO DE ESTATUTO E ELEIÇÃO DA PRIMEIRA DIRETORIA A SER REALIZADA EM ITUIUTABA – MG, DIA 08 DE SETEMBRO DE 2016, NO CONSERVATÓRIO ESTADUAL DE MÚSICA DR. JOSÉ ZÓCCOLI DE ANDRADE

 A Plataforma Ituiutaba Lixo Zero através de sua coordenadora Alice Marquez Peres Drummond, e, demais membros da sociedade civil convidam e convocam toda população de Ituiutaba-MG para Assembleia Geral de constituição de associação de pessoas para formação de ONG, com o escopo nas áreas de sustentabilidade e meio ambiente, gestão e gerenciamento de resíduos sólidos – redução dos resíduos, reciclagem, coleta seletiva, compostagem, novos hábitos e outros que serão apresentados a todos os presentes, no dia, local horário e termos que seguem doravante.

EDITA

Art. 1º- Ficam convocados todos os interessados, nos termos do artigo 53, “caput”, da Lei n° 10.406 de 10 de janeiro de 2002, (Código Civil Brasileiro), para a realização da Assembléia Geral de Constituição de Associação, aprovação de Estatuto e Eleição da Primeira Diretoria a realizar-se no próximo dia 08/09/2016, no Auditório do Conservatório Estadual de Música Dr. José Zóccoli de Andrade situado na Rua Benjamin Dias Barbosa, bairro Universitário, Ituiutaba – MG. A convocação dar-se-á às 18h30hs do dia mencionado, com qualquer número de pessoas onde instalar-se-á a Assembleia para deliberar sobre a seguinte ORDEM DO DIA:

01 – Constituição e criação da Associação;

02 – Apreciação e aprovação do Estatuto Social;

03 – Eleição de sua primeira Diretoria e de seu primeiro Conselho Fiscal;

04 – Posse da chapa eleita;

05 – e a definição da sede provisória.

 

Art. 2º- Os interessados em concorrer à eleição dos membros da Diretoria e Conselho Fiscal da Associação deverão compor sua Chapa e fazer a inscrição da mesma com a Comissão Organizadora Pró-Associação no momento da Assembleia Geral

Art. 3º– O presente Edital de Convocação está publicado em locais de grande circulação e nos canais da Plataforma Ituiutaba Lixo Zero, esse blog, e sua página no Facebook, a saber:

https://www.facebook.com/plataformaituiutabalixozero

 

Ituiutaba-MG, 29 de agosto de 2016.

Alice Marquez Peres Drummond

Convocante

 

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Educação ambiental para as crianças desde cedo

Existem duas formas clássicas na qual a criança poderia ser educada com relação a boas práticas ambientais: em casa e na escola.

Em casa, fica a cargo dos pais e/ou dos familiares educar a criança de tal forma que ela entenda sobre o que é lixo, de onde ele vem e pra onde ele vai, noções de separação de resíduos, a importância da reciclagem, o fato de que é essencial economizar água, que é primordial que se plante árvores e é importante consumir produtos naturais para que se tenha uma vida mais consciente. É fundamental que a criança veja e siga o exemplo dos pais. Se a criança aprende que essas práticas são “legais”, ela levará isso para toda a vida.

Na escola, a criança desde as primeiros passos deveria ter uma educação que levasse em consideração a educação ambiental. Todas as escolas particulares e públicas deveriam ter isso, mas para isso os professores deveriam ser capacitados desde cedo. No entanto, para que isso se tornasse realidade os professores deveriam ser capacitados em suas universidades e os materiais ecolares deveriam ser adequados. Além os conhecimentos teóricos deveriam ser complementados por ativdades práticas, tais como cultivo de hortas, plantio de árvores, etc. Bons exemplos podem ser dados pela própria escola como a separação correta dos resíduos e o encaminhamento para a reciclagem, engajando as crianças a jogar o lixo no local correto, por exemplo.

Essa criança quando jovem e adulta irá semear esse conhecimento entre seus amigos, familiares e conhecidos ao longo de sua vida. Pessoas que cultivam boas práticas servem de exemplo para as demais e vinculam sua imagem a alguém responsável pelo meio em que vive. Suas ações se refletirão em seu convívio social como formador de opinião, melhorando o ambiente em que vive.

Exemplo de Educação Ambiental – Colégio ESI – Santa Teresa

Horta Sta Teresa
*Roberto Alves de Lima.
Engenheiro Agrônomo, formado pela Universidade Federal de Viçosa em 1971. Ex-funcionário da Emater-MG e  morador de Ituiutaba desde 1973. Atualmente atua como consultor de conservação do solo e água na zona rural de Ituiutaba e cidades da região.

FESTIVAL ZERO WASTE FRANÇA

Entre os dias 30 de junho a 2 de julho desse ano aconteceu o Festival Zero Waste em Paris, capital da França.

O evento foi realizado pela Zero Waste France – associação sem fins lucrativos composta por uma equipe incrível de mulheres que estão revolucionando o tema na França e participando das grandes discussões promovidas pelas associações europeias e mundiais concernentes ao lixo zero, desperdício zero e resíduo zero.

 

O QUE É ZERO WASTE?

Para começar, em inglês “zero waste” significa lixo zero/ desperdício zero.

Essa tradução já nos coloca em estado de alerta e nos remete à questão: o que é desperdício que gera “lixo”?  O que você está consumindo que está indo para a sua lixeira sem ao menos ter sido bem aproveitado? Como os produtos que você consume podem ser mais eficientes em termos de embalagem? Como você pode fazer para diminuir o consumo desses produtos? O que a lei diz? O que eu devo fazer?

E quando nos damos conta disso, pasmem, vemos que tem MUITA COISA indo diretamente para a lixeira, sem ter sido ao menos bem utilizada, sobretudo alimentos em geral e embalagens.

A discussão acerca do tema é longa e complexa e para a minha sorte eu estava lá, presente junto as outras cinco mil pessoas, mais de 150 palestrantes e oficineiros franceses e internacionais,todos voluntários, e mais de 100 voluntários em três dias de evento, para que o mesmo fosse possível acontecer.

FZW - ROBERT REED, FLORE BERLINGEN E ALICE DRUMMOND
Insira uma legenda

Robert Reed da Recology (Califórnia), Flore Berlingen, Diretora da Zero Waste France e Alice Drummond da Plataforma Ituiutaba Lixo Zero e Resíduo de Valor.

 

ATIVIDADES FESTIVAL ZERO WASTE FRANCE

O Festival Zero Waste ofereceu, além do palco principal, atividades paralelas acerca de soluções para a gestão de resíduos sólidos. Oficinas práticas e testemunhos de vida LIXO ZERO EM CASA foram realizados por inúmeros integrantes de famílias (quase) lixo zero e pelas famílias lixo zero de Roubaix, norte da França.

Dezenas de histórias pessoais foram compartilhadas, tanto em conferência quanto em sessões de autógrafos, com um público bastante interessado, que aprenderam entre outras coisas a fazer o composto, reparar objetos, fabricar seus produtos cosméticos além de muitos gestos para facilitar a vida de uma forma de desperdício zero.

O evento ofereceu um espaço para a “boutique lixo zero” que, por sinal, teve também um grande sucesso graças a participação de fabricantes de sacos de pano a granel, garrafas de água, lancheiras, minhocários e composteiras, guardanapos laváveis sanitários (fraldas, guardanapos e copos menstruais), lenços e algodão reutilizável.

Que tudo! Quanto lixo evitado!

 

EMPREENDEDORES LIXO ZERO: REDUÇÃO DE RESÍDUOS

O Festival Zero Waste também ofereceu um vasta gama de soluções para empreendedores que promovem atividades para a redução dos resíduos : a luta contra o desperdício de alimentos, a separação das fontes de resíduos biológicos e compostagem/ biogás, venda a granel e definições para a redução de resíduos de embalagens, lavagem/ higienização de todos os produtos têxteis sanitários para evitar que suas versões descartáveis, reutilização, reparação e upcycling* têxteis, mobiliário, equipamentos elétricos e materiais eletrônicos.

Upcycling é o processo de transformar resíduos ou produtos inúteis e descartáveis em novos materiais ou produtos de maior valor, uso ou qualidade.

O formato variado permitiu a abordagem em diversos tópicos: oficinas de co-construção (logística urbana, aquisição e creches sem resíduos), encontros sobre “a granel” e “retornável”, sessões de 30 minutos sobre soluções para o lixo zero, financiamentos à projetos e linhas diretas sobre a legislação.

Oficinas realizadas durante os três dias de festival.

 

PIONEIROS – OS HERÓIS DO LIXO ZERO

Os pioneiros do lixo zero foram fundamentais para nos apresentar as ações que vem realizando em seus municípios. Aqui, cito alguns dos vários heróis que lá estavam, reunidos, voluntários, contando ao mundo como fizeram para se destacar num processo diferenciado, econômico e solidário: Rossano Ercolini de Capannori/Itália, Robert Reed, da Recology, empresa de coleta de resíduos em São Francisco/ Califórnia/USA, que tanto me contou sobre como engajar e transformar a população em favor do lixo zero, Alexandre Garcin de Roubaix na França que vem, desde o ano passado, capacitando famílias para que elas sejam lixo zero e obtendo resultados incríveis nas áreas de saúde, bem estar e economia financeira e por fim, Enzo Favoino, chefe do Comitê Científico da Associação Zero Waste Europe, que me recebeu e apresentou calorosamente a coleta de resíduos orgânicos em Milão, em dezembro de 2014.

FZW - HEROIS ZERO WASTE

Rossano Ercolini ( Capannori – Itália), Robert Reed ( São Francisco – Califórnia), , Alexandre Garcin (Rubaix – France), Enzo Favoino (Milão – Itália) , Gabriele Folli (Parma / Itália) e Laura Chatel (Zero Waste France)

 

E ITUIUTABA COM TUDO ISSO ?

O que me marcou mais uma vez foi a gama de possibilidades que encontramos quando revemos nossos hábitos. Hábitos esses que foram impostos por uma sociedade de consumo que prioriza o descartável e esquece do durável.

Em muitas das ações e soluções para o caminho lixo zero me reencontrei com um passado nem tão longínquo em que havia menos embalagens nos produtos, menos agrotóxicos nos alimentos e quando havia embalagem, elas eram automaticamente reaproveitadas várias vezes, passando longe da lixeira. Eu vivi essa época embora seja filha da geração descartável.

Considerar a possibilidade de uma cidade ser lixo zero é considerar o incremento de qualidade de vida da população através de emprego e geração de renda, economia financeira e de recursos públicos, proteção e respeito ao meio ambiente e transformação de valores de uma sociedade.

Foi possível constatar que o poder de mudança vem do povo e que governante bom é aquele que escuta essa voz, se posiciona, procura entender e promover o que traz benefícios. Portanto, mais uma vez, a PLATAFORMA ITUIUTABA LIXO ZERO convida todos vocês Ituiutabanos a fazer parte dessa voz: a voz que quer mais qualidade de vida, economia limpa e circular, meio ambiente protegido, inteligência nas relações e menos desperdício.

Estamos juntos! Acesse: www.plataformaituiutabalixozero.com

Confira abaixo algumas fotos do Festival Zero Waste, Junho/Julho de 2016, em Paris, França

 

Alice Drummond – mestre em governança de resíduos sólidos pela Sorbonne Paris 3, consultora em gestão de resíduos sólidos pela Resíduo de Valor e coordenadora da Plataforma Ituiutaba Lixo Zero.

 

 

Para refletir – por Regina Moura

Há muito podemos observar o descuido dos feirantes durante e após a feira-livre que acontece todos os sábados na Av. 1 (Jorge Jacob Yunes). O cenário quando é encerrada a feira é deprimente: lixo orgânico amontoado de um canto a outro da rua, e não apenas na via, mas nas calçadas, muitas vezes bem próximo aos muros das casas! O lixo não é ensacado para ser recolhido pelo caminhão do lixo.

Feira Itba Abril 2016

Como em qualquer residência, empresa comercial, industrial ou de alimentos na cidade de Ituiutaba, os feirantes deveriam manter permanentemente limpa a área ocupada pela banca e seu entorno, desde a montagem até a desmontagem. O lixo produzido deveria ser acomodado em sacos plásticos resistentes e deixados na calçada para o recolhimento, como todos nós fazemos há anos!

Frutas e verduras podem ser vistas no chão e não apenas durante a feira-livre, mas principalmente depois no encerramento da mesma – é o que sobra do pós-feira na avenida Jorge Jacob Yunes onde ficam instaladas as barracas: cascas de frutas e verduras, palha de milho, guariroba, fruta esmagada ao chão, sobras de verduras, caixas de papel, plásticos, papéis, jornais… tudo isso é deixado pela rua!

TODOS deveriam fazer sua parte para manter o ambiente limpo (a avenida, a cidade) – detalhe: a feira acontece VIZINHA ao Pronto-socorro Municipal!

Acredito que o pior problema é a falta de consciência em entender que não se deve jogar lixo na rua, como se o Poder Público fosse responsável por tudo o que é colocado no chão. E não é porque temos uma empresa que faz acoleta de lixo que podemos deixar o lixo exposto. Aliás, em nossas residências, se não colocarmos o lixo em sacos plásticos, a empresa não o recolhe, óbvio!

Seria interessante se houvesse:

  • Trabalho de conscientização junto aos feirantes, no sentido de terem mais ordem e higiene;
  • Trabalho socioeducativo – distribuição, inicialmente, para cada barraca, sacos de lixo e implantação de sistema de fiscalização. Ao desmontar a barraca, o feirante teria que deixar seu lixo ensacado. O objetivo seria agilizar o serviço da empresa de limpeza urbana e manter o ambiente limpo (nota: o serviço de limpeza e coleta acontece cerca de 30 a 60 minutos após o término da feira – neste período – precisamos conviver, em pleno século XXI com a sujeira na rua). Quem não atendesse a isso, após esse período de orientação, deveria ser penalizado; também, após este período, cada feirante ficaria responsável em adquirir os sacos para armazenagem do lixo;
  • O feirante que encerrasse seu trabalho na feira e deixar o lixo espalhado deveria ser notificado, podendo até ser suspenso do seu trabalho.

 

A adoção dessas soluções podem ser efetivadas– e resolveria o problema de manter a limpeza da rua (bem como das demais feiras da cidade – pois essas condutas atingiriam todas elas).

Não parece simples? O que você pensa a respeito?

(Texto semelhante foi entregue pessoalmente ao Secretário de Obras – e aguardamos mudanças).

  • Regina Moura Carvalho – fisioterapeuta graduada pela Universidade Federal de São Carlos – UFSCar (1990) e graduada em Administração pela FTM em 2008; tem afinidade com temas ligados ao meio-ambiente, sustentabilidade e afins e incorpora, sempre que possível, práticas relacionadas, como coleta de água da chuva, plantio de árvores, separação do lixo para reciclagem, redução e reutilização de materiais.

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Plataforma Ituiutaba Lixo Zero no Grito Rock 2016

Festival de rockn’roll autoral recebe a Plataforma Ituiutaba Lixo Zero e dá um show de sustentabilidade e interação.

A Plataforma Ituiutaba Lixo Zero esteve presente no Grito Rock na última sexta-feira, dia 25 de março, em Ituiutaba.

O Grito Rock é um festival de rock autoral que traz bandas de diversos locais do Brasil. Essa edição aconteceu na Chácara do Vovó, um lugar super especial próximo da natureza e teve o prazer de receber as bandas: Treze Provisório, a Era de Ferro e Cafun di Formio.

Ao longo do dia, a Plataforma e o Grito Rock promoveram atividades voltadas para a reflexão de como estamos nos portando em relação ao consumo e descarte e apresentou algumas possibilidades de ação. Essa parceria foi possível através da iniciativa da Resíduo de Valor Consultoria e Projetos.

Grito Rock + PILZ

A história toda começou com uma trilha ecológica seguida de café da manhã colaborativo e a oficina de fotografia com Rogério Costa por volta do fim da manhã.

 

Na parte da tarde, a roda de conversa com o tema “Como viajar barato no Brasil” contou com a experiência, e peripécias, de Guilherme Arueira que relatou suas experiências e aventuras durante nove meses na estrada, de mochilão, conhecendo escolas com pedagogias alternativas.

O papo fluiu e a troca foi certa. Muitas perguntas, muitas sugestões e muito bate papo na certeza da inspiração mútua.

 

Matheus Eduardo apareceu na sequência com sua oficina de compostagem.

Sempre bom ouvir o Matheus falar sobre o processo de decomposição dos resíduos orgânicos e o passo a passo para se fazer uma composteira. Sempre bom ter a oportunidade de considerar o quanto de “lixo” deixa de ir para a coleta municipal e o tanto de húmus que pode ser feito e reaproveitado nos jardins de quem faz a compostagem.

Grata sempre pela oportunidade de ter esse conhecimento tão importante e relevante.

O interesse dos participantes foi encantador. Bem se vê que a prática da compostagem é viável mas depende de capacitação e multiplicação junto à população. Ao final da oficina a composteira foi sorteada.

 

Um pouco mais tarde tivemos a oficina de Tie Dye , com Guilherme Arueria, juntamente com a oficina de customização de roupas, com Isabela Hanna e Larissa Dardania do https://www.facebook.com/outsidetheboxbrecho que é um brechó virtual com peças super legais, que são customizadas por ela e vendidas por ótimos preços.

Essa oficina trouxe um pouco do que todos nós buscamos: dar uma repaginada naquela peça, sem precisar gastar dinheiro comprando roupa nova.

As customizações ficaram muito legais, as peças super transadas e com certeza valor foi agregado.

 

Ainda, e em tempo, Alice Drummond apresentou duas receitinhas mais que básicas de creme dental e desodorante, sem química. Com 6 colheres de sopa de óleo de coco, 1 colher de sopa de bicarbonato de sódio e 6 gotas de óleo essencial a sua escolha, você tem seu creme dental. Mas você pode encontrar diferentes receitas e eu sugiro o site da Cristal do UM ANO SEM LIXO.

Já o desodorante, basta despejar leite de magnésio em um borrifador e está pronto.

A noite chegou, a chuva caiu, estiou, e, após tanta troca, tanto aprendizado, chegou a hora de curtir os shows de bandas Treze Provisório, a Era de Ferro e Cafun di Formio que apresentaram músicas autorais.

No dia seguinte, para finalizar o evento, a última oficina e talvez a mais gostosa, foi oferecida durante o café da manhã: oficina de Tapioca com a Tati.

A cada ano a parceria entre a Plataforma Ituiutaba Lixo Zero e o Grito Rock se intensifica transformando pessoas, transformando hábitos e intenções.  Fazendo de um espaço de festa e  alegria, um espaço de interação e aprendizado.

Obrigada pelo carinho e interesse galera!

Patrocínio:

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*Alice Drummond – coordenadora da Plataforma Ituiutaba Lixo Zero e consultora na Resíduo de Valor Consultoria e Projetos.

Programa Lixo Orgânico Zero em Lages-SC

*Por Germano Güttler

O Programa Lixo Orgânico Zero (PLOZ) teve início na cidade de Lages no final do ano de 2012. Este programa começou a ser idealizado em 2005, quando fazíamos trabalhos de extensão universitária em escolas públicas, de primeiro e segundo grau, que tinham como objetivo a implantação de hortas nestas escolas. E nessas hortas sempre utilizamos os resíduos orgânicos das cozinhas destas escolas. Entretanto, estes trabalhos apresentavam pequenos resultados, pois fazer uma horta é uma atividade cansativa e que exigia muito esforço físico de professoras e estudantes. Em cerca de sete anos desta atividade, tínhamos 4 ou 5 escolas que conseguiam, com muito esforço, manter hortas produzindo hortaliças.

Horta PLZO Lages

Foi nesta época que mudamos o foco dos trabalhos pois verificamos que o lixo orgânico era um dos maiores problemas ambientais de nossa cidade. Colocamos como prioridade o manejo destes resíduos orgânicos e, sempre que possível, utilizando estes resíduos para montar uma horta. A horta passou a ser uma consequência da compostagem. Nessa época, no ano de 2012, foi quando criamos um sistema mais eficiente e mais fácil para usar estes resíduos e batizamos esta nova técnica de mini compostagem ecológica (MCE).

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As MCEs que criamos não eram somente uma compostagem. A MCE é um método diferente de fazer uma horta. Consiste nas seguintes etapas:

  • Separar, na origem (nas cozinhas), os resíduos orgânicos dos demais resíduos sólidos;
  • Escolher um local para fazer a MCE. Pode ser um canteiro no solo, uma jardineira, um grupo de vasos, entre outros;
  • Os resíduos orgânicos devem ser colocados sobre a terra, concentrados em uma camada de 8 a 20 cm de altura, sem espalhar;
  • Deve-se cobrir os resíduos orgânicos com uma camada de 3 a 5 cm de material orgânico de difícil decomposição e granulometria fina, tais como grama cortada, serragem, cinza de termoelétrica, folhas secas trituradas, podas de jardim trituradas entre outros;
  • Repetir este processo diariamente colocando os resíduos orgânicos lado a lado cobrindo o solo sem deixar espaços entre as colocações, formando uma compostagem laminar sobre o solo que vai, a cada dia, cobrindo mais uma área deste solo;
  • É necessário mexer com um garfo de jardim algumas vezes (geralmente uma vez por semana), facilitando a oxigenação da compostagem, pois evita a presença de moscas, elimina eventual mau cheiro e acelera o processo de decomposição. Sempre que for necessário, após a aeração, cobrir novamente com os mesmos materiais para que os resíduos orgânicos não fiquem visíveis;
  • Após 30 a 40 dias a compostagem estará pronta, e devemos plantar mudas ou sementes de hortaliças, temperos, chás, flores sobre o material já decomposto. Este processo também pode ser realizado em um local fechado (como uma garagem) e o material, depois de pronto, pode ser levado para uma horta ou jardim.

Seguindo estas orientações, o solo fica completamente coberto com uma espessa camada de matéria orgânica humificada. Todas sementes ou plantas, que estavam neste solo, são sufocadas por esta camada e a vegetação não brota e as sementes de inços não germinam. Portanto, o solo do canteiro não necessita ser virado com pá e também não se faz necessário o uso de enxadas para capina após o plantio das hortaliças. Esta espessa camada também mantém elevada a umidade do solo e a irrigação pode ser reduzida em 60 a 80% quando comparada com uma horta tradicional.

Acreditamos que as nossas MCEs resultam em hortas que exigem menos de 20% do trabalho necessário para montar e manter uma horta tradicional. A MCE forma uma horta que dispensa o uso de pás, enxadas e quase dispensa o uso de regadores e mangueiras. A facilidade em montar uma horta sobre uma MCE é tão evidente que, durante os anos de 2013 e 1014, este sistema foi amplamente divulgado pela nossa cidade e mais de 100 escolas aderiram ao projeto e atualmente (final de 2015) mais de 70 destas escolas estavam mantendo o projeto mesmo sem acompanhamento e orientação dos bolsistas do projeto, mostrando que é uma tecnologia social, aberta e de fácil propagação.

PLZO LAges

Utilizando as escolas públicas e as agentes de saúde do município como base de divulgação desta proposta, e apostando na capacidade de auto disseminação da tecnologia das MCEs, acreditamos que atingimos, com um baixíssimo custo, cerca de sete a dez mil residências, aumentando a compostagem residencial para mais de 30% dos domicílios de nossa cidade.

 

Para acompanhar as notícias e aprender mais curta a página do projeto no Facebook: https://www.facebook.com/lixorganicoZERO

Germano Güttler é Professor do Departamento de Agronomia do Centro de Ciências Agroveterinárias (CAV) da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)

Contato: 49 9992-6171

 

Cinde-debate: A LEI DA ÁGUA (O Novo código Florestal)

A lei da agua

            Água é vida, mas parece que nos esquecemos disso e, diariamente, damos motivos para a realidade que nos apresenta. O Brasil é o país cujo território apresenta as maiores reservas de água doce do mundo e vivemos uma escassez hídrica absurda.

            Por quê?  Nós, cidadãos de uma cidade pequena do interior, temos responsabilidade nesse processo? Se sim, qual é a parte a qual devemos ser responsáveis? Qual o caminho que estamos tomando se considerarmos as decisões políticas em relação à água?

            Todas essas perguntas poderão ser respondidas no cine-debate A LEI DA ÁGUA, organizados pelos professores Guilherme Silveira, FACIP/UFU e Humberto Minéu , IFTM, e realizado pelo Ministério Público Estadual (6ª Promotoria de Justiça da Comarca de Ituiutaba) que convida a população de Ituiutaba para a sessão de Cine debate: A Lei da Água (Novo Código Florestal) que acontecerão nos dias, horários e locais abaixo:

25/06 (Quinta-feira) – 19h: Auditório 03 da FACIP/UFU
26/06 (Sexta-feira) – 19h: Auditório do IFTM/Campus Ituiutaba
29/06 (Segunda-feira) – 08h30: Auditório do IFTM/Campus Acii Ituiutaba

            O filme/documentário “A lei da água (Novo Código Florestal)” aborda a questão do código florestal como um problema nacional e não apenas agrícola. Apresenta a problemática desde o nosso processo de colonização, com o modelo de desenvolvimento econômico instalado, o processo de elaboração do primeiro código florestal em 1965, o desenvolvimento científico ao longo dos anos e a relação do código com a conservação ambiental, principalmente em relação à disponibilidade e qualidade de água para o consumo humano e produção.
A realização da sessão no formato de cine debate visa à socialização do conteúdo e do processo de construção e revisão da legislação, os impactos negativos e positivos, oportunizando a manifestação das diferentes visões, diante da seguinte premissa: a busca do equilíbrio entre produzir alimentos necessários para o nosso consumo e economia, aliada à conservação ambiental, proporcionando água em quantidade e qualidade para os nossos diversos usos (consumo humano, dessedentação de animais, produção de alimentos, indústria, saneamento etc.), bem como a manutenção de ambientes que proporcionem condições de manutenção da fauna.
O documentário traz ainda as diferentes visões manifestadas na revisão do código, envolvendo deputados, senadores, produtores, profissionais, sociedade civil organizada e cientistas, com a apresentação de diversos dados de pesquisas e do contexto econômico. Essas diferentes visões possibilitam compreender o processo de construção e revisão do código, com os fatores e forças que atuaram ou não para se chegar à lei atual, e os problemas decorrentes da não aplicação da legislação ao longo do tempo.
Em sentido mais amplo a relação do código florestal com a sustentabilidade ecológica e econômica dos empreendimentos e com a nossa biodiversidade, talvez a maior riqueza do nosso país.

Contamos com sua participação!

Mais informações:
Prof. Guilherme Garcia da Silveira– guilhermes@yahoo.com
Prof. Humberto Minéu – hmineu@iftm.edu.br

CIDES ENTREGA PLANOS DE SANEAMENTO BÁSICO E DE GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS A MUNICÍPIOS QUE FAZEM PARTE DO CBH PN3

Lancamento PIMGIRS- CIDES 2015

CIDES logo

Por Ana Cristina Marquez*

O Consórcio Público Intermunicipal de Desenvolvimento Sustentável do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, CIDES em parceria com o Instituto de Geografia da UFU, a Fundação de Apoio aos Universitários, FAU, e a Universidade Federal de Uberlândia, farão amanhã(16/06), a entrega dos Planos de Saneamento e de Gestão de Resíduos Sólidos a sete municípios do Cides, são eles:

– Ituiutaba;

– Centralina;

– Prata;

– Monte Alegre;

– Canapólis;

– Araporã;

– Gurinhata.

Sendo que destes, apenas Ituiutaba receberá só o de Resíduos por já possuir o de Saneamento.

O trabalho foi elaborado sob a coordenação dos doutores da UFU, Dra. Angela Maria Soares e Dr. Amilton Diniz e Souzacom a colaboração dos professores do Instituto Federal do Triângulo Mineiro, IFTM e Universidade Federal do Triângulo Mineiro, UFTM.

A entrega do plano será amanhã, 16 de junho, na sede da Amvap , onde está instalado o CIDES, na av Antônio Thomaz de Rezende, 3180 Distrito industrial

*Ana Cristina Marquez,  Jornalista,  (34) 8833.7200 (OI) (34) 9650.4729 (CTBC)

Resíduo é recurso

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Quando pensamos em lixo ainda temos a imagem de um monte de coisas, de diferentes naturezas, misturado e sujo. Essa ideia faz parte do in-consciente coletivo e vem sendo construída há centenas de anos. No entanto, a produção de lixo nas últimas décadas vem aumentando consideravelmente em todo o mundo e isso é cada vez mais preocupante.

No Brasil, em 2010, o crescimento da produção de lixo foi seis vezes maior que o crescimento da população. Infelizmente a evolução da coleta seletiva não acompanha esses índices e, no mesmo ano, cresceu apenas 1,6% colaborando para que 40% do total do lixo produzido no Brasil tivesse destinação incorreta, ou seja, lixões, beiras de rios e córregos, queimadas, enfim, fazendo com que muitas toneladas de recursos fossem desconsideradas da cadeia produtiva brasileira.

Esse comportamento nos traz a reflexão de onde e como podemos ser melhores. O que devemos aprender para sermos capazes de reverter essas perdas econômicas e também ambientais.

Inevitavelmente ainda estamos pensando em lixo da maneira como fomos “habituados”. Porque ainda nos rendemos a esse modelo de descarte inconsciente e inconsequente. Fatalmente porque ainda não temos estrutura e condições propostas pelo poder público para que a gestão do lixo seja mais eficiente e visualize o “lixo” como recurso e não apenas despesas.

Nesse sentido, por mais que a lei estabeleça o princípio de responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida do produto, e aí ela considera como responsáveis pelo “lixo” as prefeituras, empresas e a população, a responsabilidade de proporcionar a melhor gestão do lixo é da prefeitura de uma cidade. É ela que deve promover toda a discussão, articulação, educação/conscientização e ações práticas para a coisa.

Mudanças à vista

Enquanto alguns continuam estagnados nos mesmos padrões de desenvolvimento, outros se antecipam às exigências de mercado e oportunidades de negócios.

É esse o exemplo de algumas empresas e indústrias de diferentes segmentos que vem reduzindo custos e ampliando a margem de lucro quando começam a pensar de maneira diferente a gestão dos resíduos de suas atividades e o setor da construção civil é um belo exemplo disso.

RCD reciclado

A correta destinação dos RCDs, como são chamados os Resíduos de Construção e Demolição, tem um custo alto no valor final da obra e há mais de dez anos a resolução do Conama nº 307/2002 estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil.

Em São Paulo a capacidade instalada da indústria da reciclagem gira em torno de 80 mil/tons mês, todavia só produz 25% desse total. Em Ituiutaba ainda não temos usina de reciclagem de RCD.

Cada subproduto dos RCD possuem características distintas e usos recomendados. Por exemplo, a Brita Reciclada pode ser usada para fabricação de concretos não estruturais e drenagens enquanto que a Brita 4 é recomendada para terraplanagens, drenagens e aterros, e assim por diante com Pedrisco Reciclado e Bica Corrida e outros.

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Oportunidades em casa

Ao tempo em que o município de Ituiutaba vive em plena expansão urbana imobiliária – mais de oito mil casas já foram construídas e entregues pelo programa federal de habitação Minha Casa Minha Vida, além dos bairros residenciais particulares e o setor industrial que é o alvo de interesse de desenvolvimento da prefeitura – os RCDs são encaminhados para o aterro sanitário municipal que não tem licença para o recebimento de tais resíduos.

Considerando a oportunidade econômica como parte do desenvolvimento de um município, a reciclagem de RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL em Ituiutaba é um dos pontos da gestão integrada dos resíduos sólidos do município que deve ser fortemente trabalhado. Uma indústria de reciclagem de RCD gera emprego e renda, desenvolvimento econômico e por consequência preservação ambiental.

Ao passo que os resíduos podem ser transformado em outros materiais ou substâncias que supram diferentes necessidades e reintegrem a cadeia produtiva gerando riquezas econômicas, sociais e ambientais nos certificamos que a característica fundamental dos RESÍDUOS é que ele é RECURSO.

Abaixo alguns exemplos de reciclagem de resíduos de construção civil e demolição.

Exemplo de Reciclagem de Entulho

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Ensinando e aprendendo: um relato de experiência de extensão universitária na Cooperativa de Reciclagem de Ituiutaba | por Isadora Santana*

Para começar, você meu conterrâneo Tijucano, sabe da existência da Cooperativa de Reciclagem em nossa cidade? Deve-se lembrar do sininho soando pelas ruas…

Pois é, a Cooperativa de Reciclagem é um fruto do Programa Ituiutaba Recicla, programa municipal implementado pela SAE (Serviço de Água e Esgotos) no ano 2000, quando aconteceu o nascimento da Coleta Seletiva com o intuito de destinar a menor quantidade de lixo para o Aterro Sanitário.

Além da preocupação ambiental o projeto teve como um fundamento principal a questão social, a fim de integrar ao programa pessoas que viviam da renda da venda de matérias recicláveis recolhidos no lixão e nas ruas.

No ano de 2000 os responsáveis pela Educação ambiental desenvolveram diversas ações para o esclarecimento da importância de cada cidadão no processo de conservação do meio ambiente, uma dessas ações foi uma peça Teatral, com o foco em crianças e adolescentes e acredite, eu fui um personagem. Desde aí tive experiência nesse projeto, já estava fazendo educação ambiental aos 11 anos de idade com a personagem “Maria Latinha”, peça dirigida pela professora Maísa Franco. Fizemos diversas apresentações e essa experiência ficou para sempre marcada.

O tempo passou e o projeto se consolidou. A Copercicla tem e como tem história e, nessas idas e vindas, em uma cidade pequena a gente sempre reencontra situações que nos remete a algum passado e assim eu tive a grande oportunidade de ser bolsista da Universidade Federal de Uberlândia- Campus Pontal e voltar a ter contato e experiência com a Cooperativa, com projeto: Desenvolvimento de técnicas e ferramentas pedagógicas para o desenvolvimento cognitivo de trabalhadores cooperados em Engenharia de Produção.

Orientada pelo professor Hilano José Carvalho Rocha, que desenvolveu diversos tópicos para o desenvolvimento de uma metodologia para alcançarmos nosso objetivo, que era criar melhorias nas condições de trabalho dos cooperados com a utilização de conhecimentos de Ergonomia, Segurança no trabalho, Gestão da Qualidade, Economia Solidária, Psicologia e Pedagogia.

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Mas do conteúdo tenho para contar, que é algo que molda nosso raciocínio e a nossa maneira de ver, deixa o nosso olhar menos superficial, aguça nossos sentidos, ensina através de outros experimentos, a experiência de outros que colaboram para que a nossa experiência seja positiva.

Sendo assim, a experiência real, o contato direto com o processo e as pessoas envolvidas faz com que a preparação teórica passe a ter sentido, durante os meses que estive na Copercicla tínhamos como meta implementar um sistema que melhorasse o ambiente de trabalho, visto que graças a conscientização e contribuição da população para que o “estoque” esteja sempre em níveis adequados para a seleção e o processamento, como um problema, o espaço é pequeno e é preciso certa organização, utilizamos como base para nosso projeto os 5’S da qualidade ( Senso de Saúde, Senso de Utilização, Senso de Organização, Senso de Ordenação e Auto disciplina).

Como disse, estudamos para criar meios de introduzir nossas idéias no contexto do trabalho dos cooperados, para que não fosse algo rígido e forçado e sim um aprendizado prazeroso que fosse entendido como “O melhor para eles”.

Projetamos eventos para a aplicação desses sensos, desenvolvemos palestras, jogos, selecionamos filmes, fizemos parcerias com organizações privadas e conseguimos realizar então os Eventos na Universidade, recebemos os cooperados com alegria, o melhor de tudo é a apropriação do local, de expor que a universidade é lugar deles também, como fator de motivação para os cooperados e o sonho que os filhos possam ter a oportunidade de freqüentar aquele espaço um dia.

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Graças a parceria de sempre entre os cursos Serviço Social, Pedagogia, Administração e Engenharia de Produção pudemos proporcionar momentos positivos e inesquecíveis no aprendizado.

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Portanto nesses encontros, durante as pesquisas, em reuniões, em visitas a cooperativa, que desenvolvemos o que há de melhor em nós: O prazer da cidadania, de cada um fazer a sua parte, de cada um lutar de forma digna por sua sobrevivência, por seus sonhos e por suas oportunidades, por querer um mundo melhor, um ambiente mais limpo, mais organizado, onde a população faz a sua parte na separação do material reciclável e eles desenvolvem seu grandioso trabalho para a sociedade e o planeta.

Não tive possibilidade de acompanhar o projeto até o fim, mas sei que lançamos a semente boa, sei que não foi em vão o que vivemos.

Que nós, população, tenhamos consciência do quanto a Cooperativa de Reciclagem de Ituiutaba – Copercicla é importante para o meio ambiente, o quanto contribui para a vida dos cooperados, que nós continuemos a reduzir, reutilizar, separar e reciclar nossos resíduos.

E quando ouvirem o sininho… Abram as portas de suas casas e ofereçam uma água e um cafezinho como bom mineiro!

E minha experiência?

…sinto que ainda não acabou.

Isadora Santana Perfil* Isadora Santana é estudante do 7º período de Administração na Faculdade de Ciências Integradas do Pontal- Facip/UFU.