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Empresas se cadastram no Ecoponto de Embalagens de Óleos Lubrificantes

Empresas se cadastram no ECOPONTO de Embalagens de Óleos Lubrificantes e realizam descarte correto de embalagens plásticas.

E você, consumidor, também é responsável, basta escolher bem, saiba mais:

VOCÊ SABIA?

  1. Que embalagem de óleo lubrificante é resíduo perigoso e contaminante?
  2. Que VOCÊ, consumidor, também é responsável pelo descarte correto?
  3. Que em Ituiutaba existe um ECOPONTO para isso?

FAÇA A SUA PARTE, EXERÇA SUA RESPONSABILIDADE

Descarte a embalagem de óleo lubrificante nos locais abaixo:

  1. ECOPONTO, em frente a CASEMG
  2. Na empresa que você comprou e exija dela a destinação correta

 

ECOPONTO de Embalagens de Óleos Lubrificantes                                                          

O ECOPONTO de Embalagens de Óleos Lubrificantes viabiliza a logística reversa das embalagens de óleos lubrificantes no município de Ituiutaba.

O ECOPONTO de Embalagens de Óleos Lubrificantes é uma iniciativa da Plataforma Ituiutaba Lixo Zero em parceria com a Prefeitura Municipal de Ituiutaba, através da Secretaria de Obras e da Secretaria de Meio Ambiente com o apoio do Centro de Controle de Zoonoses.

Fazem parte do Ecoponto, 34 empresas cadastradas que oferecem a seus clientes um serviço responsável com a destinação correta dos resíduos perigosos.

Dê sempre preferência às empresas com o selo ECOPONTO e seja você também responsável pelo desenvolvimento sustentável no município de Ituiutaba:

Auto Maiss

Auto Mecânica do Peteco

Auto Nível Centro Automotivo

Auto Pneus

Catatau Mecânica e Torneadora

CFL – Construtora Ferreira e Lima

Cunha Veículos

Futura Pneus

FV Diesel

Bozó Auto Peças

Marcelo Auto Center

RC Mecânica

Renato Motos

Revisa Auto Center

Silas Auto Mecânica

Silmac Retífica de Motores

Torneadora Universal

D’stak Centro Automotivo

Auto Peças Ricardo Balli

RicardoBalli

 

Auto Peças Quirino

QUIRINO

Autocar

AUTOCAR

Brazito Tratores

BRAZITO

Eletro Ar

ELETRO AR

Ford’s Car

FORD'S CAR

Guima Motos

GUIMA MOTOS

Imperial Diesel

IMPERIAL DIESEL

Inject Car

INJECTCAR

JR Peças e Oficina

JR

Mecânica 3 Amigos

MECÂNICA 3 AMIGOS

Mecânica Finholdt

M.Finholdt

Mecatril Tratores e Implementos Agrícolas

MECATRIL

Multi Motos

MULTI MOTOS

Oliveira e Brito

OLIVEIRA E BRITO

Unicar Centro Automotivo

UNICAR

 

LOGÍSTICA REVERSA / RESPONSABILIDADE COMPARTILHADA

 

Para saber mais acesse: www.plataformaituiutabalixozero.wordpress.com e acompanhe as redes sociais do Ecoponto

Facebook do Ecoponto: www.facebook.com/ecopontoitba

Instagram: @ecopontolixozero

 

 

Você, empresário, que queira se cadastrar entre em contato através do telefone/ whatsApp: 9.9228 5281 e fale com a coordenadora do Ecoponto de Embalagens de Óleos Lubrificantes, Adelanne Borges.

Julho sem plástico. Você está pronto para o desafio?

na primeira década do séc. XXI foi produzido mais plástico do que nos últimos 100 anos, vais achar que é de loucos. A verdade é que estes números são reais. E a situação não tende a melhorar: prevê-se que até 2050 haja mais plástico no mar do que peixes.

A questão em torno do uso do plástico não é uma moda e é preciso explicar isto sobretudo à nossa geração: somos novos, temos energia, temos ideias, queremos fazer do mundo um lugar melhor; temos nas mãos uma oportunidade de mudar o rumo desta situação, e é importante que o façamos.

Você já reparou na quantidade de plástico que você usa durante um dia?

As garrafas de água que usa são, provavelmente, de plástico. A escova de dentes que usa é feita de plástico. Os sacos do lixo que tem em casa são de plástico. A maior parte da comida que você compra vem embalada adivinha em quê? Plástico. De cada vez que você vai às compras leva ou compra um saco de? Plástico. Agora pensa que mais de metade das pessoas que compartilham deste planeta fazem o mesmo, todos os dias.

Para agravar um bocadinho a situação, imagina agora a quantidade de plástico usada primeiro na sua casa, depois por todos os habitantes do seu bairro, depois por todos os que vivem na sua cidade. E agora pensa que todo esse plástico demora 2 gerações a decompor-se.

Atitude é tudo, e tudo é possível.

PlasticfreejulyaProblemaeSolucao

O JULHO SEM PLÁSTICO é um movimento criado por uma organização governamental australiana para alertar o consumo muitas vezes não consciente e desafiar-nos a reduzir o consumo de plástico durante o mês de Julho. 

O objetivo é que, passado um mês, você consiga trazer alguns hábitos desse mês sem plástico para a sua vida cotidiana. O top 4 da mudança é a redução das sacolinhas plásticas de supermercado, garrafas de água e refrigerante, canudos e copos descartáveis de plástico. A redução desses 4 materiais já te coloca num ótimo patamar de realização.

Continue seu desafio com os itens a seguir:

  1. Compre caixas, não garrafas: sabe quando vamos ao supermercado e encontramos, por exemplo sabão em pó em caixas de papelão e também em garrafas de plástico? Prefira produtos em caixas, pois a reciclagem é mais simples, barata e rápida.
  2. Compre a granel: se conseguir comprar arroz, feijão e grãos a granel, aproveite. O produto será o mesmo e você estará evitando embalagens de plástico. Uma dica é reutilizar sacolas de plástico que ficaram guardadas após sua última compra.
  3. Prefira potes de vidro: na hora de comprar um produto no supermercado, prefira aqueles em potes de vidro. Além de fazer bem a natureza, você também estará garantindo um item mais duradouro e seguro para armazenar alimentos e outros produtos.
  4. Utilize seus próprios potes e recipientes: ao levar para casa o que sobrou do jantar no restaurante, ou do almoço na casa de parentes, utilize seus próprios recipientes. Evite ter que comprar mais e mais potes de plásticos sempre que precisar transportar alimentos de um ponto a outro.
  5. Diminua os produtos de limpeza: sabia que dá para realizar grande parte das tarefas rotineiras de limpeza sem precisar comprar garrafas e mais garrafas de plástico de limpa-telha, limpa-banheiro, limpa-vidro, etc.? Muitos dos trabalhos podem ser executados com bicarbonato de sódio e vinagre, basta saber como utilizar e a medida exata para cada situação.

Faça parte do desafio global visitando o site (em inglês):

http://www.plasticfreejuly.org/

Adaptação das reportagens dos sites:

https://shifter.pt/2017/06/julho-sem-plastico/

http://www.pensamentoverde.com.br/dicas/16-maneiras-de-reduzir-o-consumo-de-plastico/

CIDADES SUSTENTÁVEIS- Parte II

cidadesustentavelsymbiocity

Sérgio Jerônimo de Andrade*

 

Cidades sustentáveis, suas características e quais medidas elas adotam para ter esse título

 

As cidades sustentáveis tomam medidas para evitar:  a utilização inadequada dos imóveis urbanos; a edificação ou o uso excessivo ou inadequado em relação à infraestrutura urbana; a deterioração das áreas urbanizadas e a poluição e a degradação ambiental.

Outra preocupação das cidades sustentáveis é fazer com que a população:  faça um uso eficiente e sem desperdícios de água, energia, e sempre usando materiais renováveis; crie espaços multiuso para evitar desperdícios, colocando tudo num mesmo bairro e incentivando o transporte alternativo, para diminuir a poluição do planeta e melhorar o ecossistema mundial.

Características das cidades Sustentáveis:

 Áreas verdes por toda a cidade, para que não existam as poluições visual e do ar; área de produção agrícola, para que os alimentos não percorram grandes distâncias até chegar à população da cidade, evitando assim a utilização de meios de transporte (poluidores); utilização de energia através do gás metano, gerado com o tratamento de rede de esgoto e lixo, o que colabora com a diminuição do lixo e com a conservação da água; sistemas de reaproveitamento da água da chuva, para preservar a água potável; meios de transporte públicos (que utilizem o biodiesel) gratuitos para evitar a locomoção de automóveis individuais; prédios de no máximo quatro andares para que não exista a necessidade de elevadores; construções feitas a partir de materiais verdes e de localidade próxima, para não prejudicar o meio ambiente, além de serem feitas sob projetos sustentáveis, com alternativas de reaproveitamento de água e captação de luz solar ou eólica; sistema de coleta e reciclagem e reaproveitamento de todo o lixo produzido para que não haja poluição; sistema de escoamento e tratamento de água para evitar enchentes e reabastecer os rios; preservação das matas ciliares para que não haja assoreamento e poluição das águas.

 

Exemplos de cidades com práticas sustentáveis no Brasil: João Pessoa-PB, destaque na proteção de áreas ambientais; Extrema-MG, preservação de áreas protegidas e conservação das águas; Curitiba-PR, planejamento urbano voltado para a sustentabilidade; Paragominas-PA, combate ao desmatamento; Santana de Parnaíba-SP, cooperativa de catadores; Londrina-PR, eficiente programa de coleta seletiva do lixo.

Exemplos de cidades com práticas sustentáveis no mundo: Barcelona (Espanha) – mobilidade urbana e grande uso de energia solar; Copenhague (Dinamarca) – excelente na infraestrutura para o uso de bicicletas; Freiburg (Alemanha) –  programas eficientes voltados para o uso racional de veículos automotores; Amsterdã (Holanda) – mobilidade urbana; Viena (Áustria) – prioridade para a compra de produtos ecológicos por parte da prefeitura; Zaragoza (Espanha) – sistema eficiente voltado para a economia de água; Thisted (Dinamarca) – 100% de uso de energia sustentável.

Diante desse quadro verifica-se que há urgência em que se inicie um processo de discussão e reflexão mais amplo sobre a sustentabilidade, com uma maior participação das pessoas, através dos diversos setores de representação, fazendo com que o poder público e a sociedade busquem soluções mais efetivas na solução de seus problemas visando uma melhor construção da qualidade de vida nas cidades.

 

Sérgio Jerônimo de Andrade: Engenheiro Agrícola e Advogado. Doutor em Agronomia, Professor da UEMG e Presidente da Plataforma Ituiutaba Lixo Zero.

 

 

 

CIDADES SUSTENTÁVEIS Parte I

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SymbioCity-Suécia

Sérgio Jerônimo de Andrade*

 

 

Segundo os especialistas no assunto, a palavra de ordem no mundo hoje é a sustentabilidade. E o seu significado está diretamente ligado às ações de planejamento, boa gestão, consciência política, participação, economia responsável, compromisso com os valores humanos, cuidados com a natureza e as pessoas, tudo numa ação local, mas, numa visão global.

No mundo em que vivemos, cerca de metade da população vive em áreas urbanas, e no Brasil 85% da população vivem nas cidades. E o que se observa com frequência é a falta de planejamento, o crescimento desordenado e o excesso de consumo que leva ao esgotamento dos recursos naturais.

O mundo está se urbanizando rapidamente. Há uma concentração significativa das atividades econômicas nas cidades. A América Latina e o Caribe apresentam as maiores taxas de urbanização. E nas cidades latino-americanas dois terços da população vivem em situações de pobreza. O que tem agravado sobremaneira os problemas sociais e ambientais, tornando-as altamente vulneráveis às mudanças climáticas e aos desastres naturais.

Uma cidade sustentável é uma cidade projetada considerando os impactos sócio-ambientais. Numa cidade sustentável o modelo e a dinâmica de desenvolvimento, além dos padrões de consumo, respeitam e cuidam dos recursos naturais e das gerações futuras.

As cidades sustentáveis são aquelas que adotam uma série de práticas eficientes voltadas para a melhoria da qualidade de vida da população, desenvolvimento econômico e preservação do meio ambiente. Geralmente são cidades muito bem planejadas e administradas. Atualmente existem várias cidades no Brasil e no mundo que já adotam práticas sustentáveis. Embora não podemos encontrar uma cidade que seja 100% sustentável, várias delas já praticam ações sustentáveis em diversas áreas.

 Principais práticas adotadas pelas cidades sustentáveis:

 – Ações efetivas voltadas para a diminuição da emissão de gases do efeito estufa, visando o combate ao aquecimento global; medidas que visam a manutenção dos bens naturais comuns; planejamento e qualidade nos serviços de transporte público, principalmente utilizando fontes de energia limpa; incentivo e ações de planejamento para o uso de meios de transporte não poluentes como, por exemplo, bicicletas; ações para melhorar a mobilidade urbana, diminuindo consideravelmente o tráfego de veículos; promoção de justiça social; destino adequado para o lixo; criação de sistemas eficientes voltados para a reciclagem de lixo; uso de sistema de aterro sanitário para o lixo que não é reciclável; aplicação de programas educacionais voltados para o desenvolvimento sustentável; investimentos em educação de qualidade; planejamento urbano eficiente, principalmente levando em consideração o longo prazo; favorecimento de uma economia local dinâmica e sustentável; adoção de práticas voltadas para o consumo consciente da população; ações que visem o uso racional da água e seu reaproveitamento; práticas de programas que visem a melhoria da saúde da população; criação de espaços verdes (parques, praças) voltados para o lazer da população; programas voltados para a arborização das ruas e espaços públicos.

A correta destinação dos resíduos sólidos é condição primordial para uma cidade sustentável. A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), aprovada em agosto de 2010, trouxe importantes instrumentos para que municípios de todo o Brasil iniciassem o enfrentamento aos principais problemas ambientais, sociais e econômicos decorrentes do manejo inadequado dos resíduos sólidos. A PNRS tem como pilar o princípio da responsabilidade compartilhada. Isso significa que indústrias, distribuidores e varejistas, prefeituras e consumidores são todos responsáveis pelos resíduos sólidos e cada um terá de contribuir para que eles tenham uma disposição final adequada.

Buscar um melhor ordenamento do ambiente urbano primando pela qualidade de vida da população é trabalhar por uma cidade sustentável. Melhorar a mobilidade urbana, a poluição sonora e atmosférica, o descarte de resíduos sólidos, eficiência energética, economia de água, entre outros aspectos, contribuem para tornar uma cidade sustentável.

Conheça na próxima coluna da Plataforma Ituiutaba Lixo Zero no Jornal do Pontal alguns exemplos de cidades sustentáveis, suas características e quais medidas elas adotam para ter esse título.

* Sérgio Jerônimo de Andrade: Engenheiro Agrícola e Advogado. Doutor em Agronomia, Professor da UEMG e Presidente da Plataforma Ituiutaba Lixo Zero.

 

Os cuidados com o meio ambiente na zona rural *Roberto de Alves Lima

Na área rural são muitas as preocupações no que se refere ao meio ambiente e desenvolvimento sustentável.

Estas vão desde o racional desmatamento, se necessário, para a abertura de novas áreas a serem cultivadas como pastagens ou plantio de lavouras, com a devida autorização dos órgãos governamentais responsáveis, até o escoamento da produção obtida.

Temos em Ituiutaba duas instituições da área:

  1. IEF: Instituto Estadual de Florestas, cuja equipe está capacitada e credenciada junto aos produtores quanto as questões que envolvem desmatamento e outras ações ambientais;
  2. EMATER-MG: Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural, instalada no Parque JK, cuja equipe desenvolve, entre outros, os trabalhos com foco no Desenvolvimento Sustentável.

Logo no início da instalação de novas áreas de produção, ou mesmo em propriedades já consolidadas, deve-se preocupar com a localização de uma boa e higiênica fonte de água para o abastecimento da família, animais e plantas. Mesmo assim, é indispensável o uso de filtros de água para o consumo.

É importante que se faça um bom trabalho de coleta das águas pluviais com o uso de calhas nos telhados que direcionem as mesmas para recipientes adequados. Assim, elas poderão ser utilizadas nas hortas, pomares, jardins, na limpeza doméstica e das instalações dos animais e etc, racionando o uso da fonte de água mencionada acima.

 

PropriedadeRuralSustentavelEmbrapa
Acesse aqui e faça o dowload do folder da Embrapa

Entre outros cuidados ambientas, ainda podemos citar

  1. O escoamento adequado das águas de uso doméstico para que as mesmas não funcionem como fofos de doenças no quintal;
  2. A destinação correta do esgoto, com instalação de fossa sépticas, TVAP ou biodigestores da EMBRAPA;
  3. A separação de materiais passíveis de reciclagem e encaminhamento dos restos orgânico para produção de composto orgânico que pode ser enriquecido com esterco de animais;
  4. Quando necessário o uso de defensivos agrícolas, estes devem ser adquiridos com receituário agronômico e sua aplicação deve ser feita corretamente conforme as recomendações técnicas

 

 

É importante lembrar que ao adquirir qualquer defensivo agrícola ou pecuário, o comprador tem o compromisso de devolver o vasilhame para a empresa vendedora, obedecendo assim os princípios da logística reversa.

Com esses cuidados, o meio ambiente estará protegido, assim como a saúde do produtor e de outras pessoas.

Por último, precisamos lembrar que a conservação do solo é água é ponto crucial no preparo do solo para plantio de pastagens ou lavouras. Assim, após a locação de curvas de nível, devem ser construídos terraços e bolsões pois estas estruturas protegem o solo da erosão que tanto empobrece a fertilidade de nossas terras, além de evitar o assoreamento dos cursos d’água, que tantos prejuízos sofrem ao receber resíduos de defensivos.

Procedendo-se à prática de conservação do solo estamos protegendo as águas que são importantes para produtores à jusante da propriedade.

Em outros artigos voltaremos ao assunto da Produção Sustentável na Agricultura.Roberto Alves de Lima – Engenheiro Agrônomo, formado na UFV – Universidade Federal de Viçosa, extensionista rural de 1972 a 2003 na EMATER-MG e atual 1º Secretário da PILZ – Associação Plataforma Ituiutaba Lixo Zero.

Acesse: www.plataformaituiutabalixozero.wordpress.com ; www.facebook.com/plataformaituiutabalixozero ou envie email com sugestões ou perguntas para lixozeroitba@gmail.com

Acesse aqui para ler a coluna no Jornal do Pontal

Sabão líquido com açúcar. Já ouviu falar dessa?

Quase todo mundo já ouviu falar que dá pra fazer sabão líquido, em barra ou em pó, a partir do óleo de fritura.

Para se fazer um bom sabão em casa é preciso os ingredientes certos. É assim que funciona, cada ingrediente tem um porquê: bicarbonato para dar branco, essência para dar cheiro, sem álcool para não rachar as mãos, mas e açúcar? Para que açúcar? Para dar brilho na louça! Você sabia dessa?

Foi para promover essa troca de conhecimento que nos reunimos nesta terça-feira, dia 25 de outubro, na Escola Municipal Aída Chaves, no bairro Satélite Andradina com 12 moradoras e moradores do bairro, interessados em aprender mais sobre essa técnica caseira e antiga que resolve o problema, gera economia, dá uma destinação segura ao óleo de fritura e ainda, muitos deles dizem, não trocam por nada pois não há sabão melhor. Pode lavar louça, pode lavar banheiro, lavar chão e até roupa.

Quem nos apresentou essa forma de fazer sabão e que garante o brilho na louça foi o André Luis, morador do bairro e “fazedor” de sabão há dez anos. Com uma bela didática e grandiosa boa vontade, André Luis nos instruiu passo a passo, sanou dúvidas, fez sugestões e produziu, com a ajuda de muitos, duas receitas de sabão líquido, ou seja, 42 litros. Que sucesso!

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RECEITA

SABÃO LÍQUIDO ANDRÉ LUIS_SATÉLITE ANDRADINA

Medida: 1 copo de “extrato elefante” – 380gr

  • 1 copo de  SODA
    1 copo de ÁGUA
  • 1 litro de ÁLCOOL DE POSTO
  • 1 copo de AÇÚCAR CRISTAL
  • 1 litro de ÓLEO DE FRITURA

COMO FAZER:

  1. Dissolva 1 copo de soda em 1 copo de água
  2. Adicione 1 litro de óleo
  3. Adicione 1 copo de açúcar cristal
  4. Adicione 1 litro de álcool de posto
  5. Mexa sem parar até dar o ponto: a mistura começa a grudar na lateral do balde dando o “ponto”
  6. Adicione 5 litros de água morna
  7. Mexa sem parar por 5 minutos
  8. Adicione 17 litros de água em temperatura ambiente para dissolver a mistura
  9. Mexa até perceber o ponto do sabão líquido.

COMO ACONDICIONAR:

Dê preferência por recipientes de vidro ou plástico PAD (ex. embalagem de amaciantes).

A vida é assim, a cada vez que você ensina alguma coisa, você acaba aprendendo várias outras.

Caso você tenha alguma dúvida quanto à receita, entre em contato através do email: lixozeroitba@gmail.com ou pelo telefone: 99690 1979

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Educação ambiental para as crianças desde cedo

Existem duas formas clássicas na qual a criança poderia ser educada com relação a boas práticas ambientais: em casa e na escola.

Em casa, fica a cargo dos pais e/ou dos familiares educar a criança de tal forma que ela entenda sobre o que é lixo, de onde ele vem e pra onde ele vai, noções de separação de resíduos, a importância da reciclagem, o fato de que é essencial economizar água, que é primordial que se plante árvores e é importante consumir produtos naturais para que se tenha uma vida mais consciente. É fundamental que a criança veja e siga o exemplo dos pais. Se a criança aprende que essas práticas são “legais”, ela levará isso para toda a vida.

Na escola, a criança desde as primeiros passos deveria ter uma educação que levasse em consideração a educação ambiental. Todas as escolas particulares e públicas deveriam ter isso, mas para isso os professores deveriam ser capacitados desde cedo. No entanto, para que isso se tornasse realidade os professores deveriam ser capacitados em suas universidades e os materiais ecolares deveriam ser adequados. Além os conhecimentos teóricos deveriam ser complementados por ativdades práticas, tais como cultivo de hortas, plantio de árvores, etc. Bons exemplos podem ser dados pela própria escola como a separação correta dos resíduos e o encaminhamento para a reciclagem, engajando as crianças a jogar o lixo no local correto, por exemplo.

Essa criança quando jovem e adulta irá semear esse conhecimento entre seus amigos, familiares e conhecidos ao longo de sua vida. Pessoas que cultivam boas práticas servem de exemplo para as demais e vinculam sua imagem a alguém responsável pelo meio em que vive. Suas ações se refletirão em seu convívio social como formador de opinião, melhorando o ambiente em que vive.

Exemplo de Educação Ambiental – Colégio ESI – Santa Teresa

Horta Sta Teresa
*Roberto Alves de Lima.
Engenheiro Agrônomo, formado pela Universidade Federal de Viçosa em 1971. Ex-funcionário da Emater-MG e  morador de Ituiutaba desde 1973. Atualmente atua como consultor de conservação do solo e água na zona rural de Ituiutaba e cidades da região.

FESTIVAL ZERO WASTE FRANÇA

Entre os dias 30 de junho a 2 de julho desse ano aconteceu o Festival Zero Waste em Paris, capital da França.

O evento foi realizado pela Zero Waste France – associação sem fins lucrativos composta por uma equipe incrível de mulheres que estão revolucionando o tema na França e participando das grandes discussões promovidas pelas associações europeias e mundiais concernentes ao lixo zero, desperdício zero e resíduo zero.

 

O QUE É ZERO WASTE?

Para começar, em inglês “zero waste” significa lixo zero/ desperdício zero.

Essa tradução já nos coloca em estado de alerta e nos remete à questão: o que é desperdício que gera “lixo”?  O que você está consumindo que está indo para a sua lixeira sem ao menos ter sido bem aproveitado? Como os produtos que você consume podem ser mais eficientes em termos de embalagem? Como você pode fazer para diminuir o consumo desses produtos? O que a lei diz? O que eu devo fazer?

E quando nos damos conta disso, pasmem, vemos que tem MUITA COISA indo diretamente para a lixeira, sem ter sido ao menos bem utilizada, sobretudo alimentos em geral e embalagens.

A discussão acerca do tema é longa e complexa e para a minha sorte eu estava lá, presente junto as outras cinco mil pessoas, mais de 150 palestrantes e oficineiros franceses e internacionais,todos voluntários, e mais de 100 voluntários em três dias de evento, para que o mesmo fosse possível acontecer.

FZW - ROBERT REED, FLORE BERLINGEN E ALICE DRUMMOND
Insira uma legenda

Robert Reed da Recology (Califórnia), Flore Berlingen, Diretora da Zero Waste France e Alice Drummond da Plataforma Ituiutaba Lixo Zero e Resíduo de Valor.

 

ATIVIDADES FESTIVAL ZERO WASTE FRANCE

O Festival Zero Waste ofereceu, além do palco principal, atividades paralelas acerca de soluções para a gestão de resíduos sólidos. Oficinas práticas e testemunhos de vida LIXO ZERO EM CASA foram realizados por inúmeros integrantes de famílias (quase) lixo zero e pelas famílias lixo zero de Roubaix, norte da França.

Dezenas de histórias pessoais foram compartilhadas, tanto em conferência quanto em sessões de autógrafos, com um público bastante interessado, que aprenderam entre outras coisas a fazer o composto, reparar objetos, fabricar seus produtos cosméticos além de muitos gestos para facilitar a vida de uma forma de desperdício zero.

O evento ofereceu um espaço para a “boutique lixo zero” que, por sinal, teve também um grande sucesso graças a participação de fabricantes de sacos de pano a granel, garrafas de água, lancheiras, minhocários e composteiras, guardanapos laváveis sanitários (fraldas, guardanapos e copos menstruais), lenços e algodão reutilizável.

Que tudo! Quanto lixo evitado!

 

EMPREENDEDORES LIXO ZERO: REDUÇÃO DE RESÍDUOS

O Festival Zero Waste também ofereceu um vasta gama de soluções para empreendedores que promovem atividades para a redução dos resíduos : a luta contra o desperdício de alimentos, a separação das fontes de resíduos biológicos e compostagem/ biogás, venda a granel e definições para a redução de resíduos de embalagens, lavagem/ higienização de todos os produtos têxteis sanitários para evitar que suas versões descartáveis, reutilização, reparação e upcycling* têxteis, mobiliário, equipamentos elétricos e materiais eletrônicos.

Upcycling é o processo de transformar resíduos ou produtos inúteis e descartáveis em novos materiais ou produtos de maior valor, uso ou qualidade.

O formato variado permitiu a abordagem em diversos tópicos: oficinas de co-construção (logística urbana, aquisição e creches sem resíduos), encontros sobre “a granel” e “retornável”, sessões de 30 minutos sobre soluções para o lixo zero, financiamentos à projetos e linhas diretas sobre a legislação.

Oficinas realizadas durante os três dias de festival.

 

PIONEIROS – OS HERÓIS DO LIXO ZERO

Os pioneiros do lixo zero foram fundamentais para nos apresentar as ações que vem realizando em seus municípios. Aqui, cito alguns dos vários heróis que lá estavam, reunidos, voluntários, contando ao mundo como fizeram para se destacar num processo diferenciado, econômico e solidário: Rossano Ercolini de Capannori/Itália, Robert Reed, da Recology, empresa de coleta de resíduos em São Francisco/ Califórnia/USA, que tanto me contou sobre como engajar e transformar a população em favor do lixo zero, Alexandre Garcin de Roubaix na França que vem, desde o ano passado, capacitando famílias para que elas sejam lixo zero e obtendo resultados incríveis nas áreas de saúde, bem estar e economia financeira e por fim, Enzo Favoino, chefe do Comitê Científico da Associação Zero Waste Europe, que me recebeu e apresentou calorosamente a coleta de resíduos orgânicos em Milão, em dezembro de 2014.

FZW - HEROIS ZERO WASTE

Rossano Ercolini ( Capannori – Itália), Robert Reed ( São Francisco – Califórnia), , Alexandre Garcin (Rubaix – France), Enzo Favoino (Milão – Itália) , Gabriele Folli (Parma / Itália) e Laura Chatel (Zero Waste France)

 

E ITUIUTABA COM TUDO ISSO ?

O que me marcou mais uma vez foi a gama de possibilidades que encontramos quando revemos nossos hábitos. Hábitos esses que foram impostos por uma sociedade de consumo que prioriza o descartável e esquece do durável.

Em muitas das ações e soluções para o caminho lixo zero me reencontrei com um passado nem tão longínquo em que havia menos embalagens nos produtos, menos agrotóxicos nos alimentos e quando havia embalagem, elas eram automaticamente reaproveitadas várias vezes, passando longe da lixeira. Eu vivi essa época embora seja filha da geração descartável.

Considerar a possibilidade de uma cidade ser lixo zero é considerar o incremento de qualidade de vida da população através de emprego e geração de renda, economia financeira e de recursos públicos, proteção e respeito ao meio ambiente e transformação de valores de uma sociedade.

Foi possível constatar que o poder de mudança vem do povo e que governante bom é aquele que escuta essa voz, se posiciona, procura entender e promover o que traz benefícios. Portanto, mais uma vez, a PLATAFORMA ITUIUTABA LIXO ZERO convida todos vocês Ituiutabanos a fazer parte dessa voz: a voz que quer mais qualidade de vida, economia limpa e circular, meio ambiente protegido, inteligência nas relações e menos desperdício.

Estamos juntos! Acesse: www.plataformaituiutabalixozero.com

Confira abaixo algumas fotos do Festival Zero Waste, Junho/Julho de 2016, em Paris, França

 

Alice Drummond – mestre em governança de resíduos sólidos pela Sorbonne Paris 3, consultora em gestão de resíduos sólidos pela Resíduo de Valor e coordenadora da Plataforma Ituiutaba Lixo Zero.

 

 

A participação popular e a responsabilidade da Prefeitura Municipal na Gestão de Resíduos Sólidos por Alice Drummond

Audiência pública para o anúncio das medidas emergenciais contidas no Plano Intermunicipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos aconteceu na última quinta-feira, dia 05 de maio, em Ituiutaba.

O Plano Intermunicipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos foi confeccionado pela Universidade Federal de Uberlândia a pedido do CIDES/AMVAP – Consórcio Intermunicipal para o Desenvolvimento Sustentável da Associação dos Municípios da Microregião do Vale do Paranaíba e abrange sete municípios: Ituiutaba, Santa Vitória, Prata, Araporã, Centralina, Canapólis e Monte Alegre de Minas

O Plano traz dados referentes a geração e destinação dos resíduos sólidos nesses municípios e, obviamente, recomendações para uma gestão saudável, rentável e correta dos resíduos sólidos, baseada na Política Nacional de Resíduos Sólidos, PNRS 12.305/2010.

 

Audiência Pública

A proposta da audiência pública teve como objeto apresentar a urgência e necessidade de ações a serem realizadas pelos municípios para a transição entre a má-gestão e a gestão correta dos resíduos sólidos. Nesse sentido, o Plano elenca ações a curto, médio e longo prazo, além das medidas emergenciais.

Para Ituiutaba, a equipe liderada pela professora Ângela Maria Soares, doutora do Instituto de Geografia da Universidade Federal de Uberlândia, traçou sete medidas emergenciais e apresentou uma delas: a extensão da coleta seletiva para um novo bairro que ainda não dispõe da coleta. O bairro será definido nas próximas semanas e a coleta seletiva será realizada pela Copercicla.

Capacitação profissional

Vários profissionais de diferentes áreas presentes no evento ressaltaram a responsabilidade dos funcionários e agentes da Prefeitura Municipal de Ituiutaba, dos professores, vereadores (responsáveis pela Lei Municipal de Resíduos Sólidos), representantes de entidades representativas da sociedade civil, profissionais da área  e cidadãos de incentivar a reciclagem e todas as outras práticas que tenham a ver com a correta gestão dos resíduos sólidos proposta pela PNRS: a hierarquia dos resíduos – não geração, redução, reutilização, reaproveitamento, reciclagem, tratamento e disposição.

Para tal se faz necessário conhecimento, diálogo, capacitação, infra-estrutura, visão de mercado e de futuro.

Problemas estruturais e de gestão

O mosquito Aedes Aegypti vem se proliferando em espaços ocupados por lixo ao redor de nossa cidade. Ao todo, segundo o último mapeamento realizado nos três primeiros meses de 2016, pelo professor de Micro-Biologia da FACIP/UFU, Guilherme Silveira, são 32 pontos de descarte irregular em Ituiutaba. Queimadas são vistas todos os dias pela falta de coleta e destinação de resíduos de podas, aumentando os problemas de saúde da população e gerando custos à Secretaria Municipal de Saúde, para não falar de contaminação de solo, água e ar, o aterro sanitário está operando sob TAC – Termo de Ajustamento de Conduta, por exclusiva falta de gestão. Falta de profissionais realmente capacitados que tenham de fato conhecimento técnico e legal para operar o estabelecimento.

A gestão de resíduos é um tema complexo que exige inúmeras especialidades e os governos locais tem o dever de compreender essa complexidade. Muitos são os problemas e somente com profissionais capacitados e com participação popular poderemos mudar esse cenário.

Para os gestores públicos, a visão de futuro pode ajudar muito.

* Alice Drummond é diretora da Resíduo de Valor Consultoria e Projetos, coordenadora da Plataforma Ituiutaba Lixo Zero, especialista na PNRS pela UnB e mestre em Governança de Resíduos pela Sorbonne Nouvelle Paris 3. 

 

Para refletir – por Regina Moura

Há muito podemos observar o descuido dos feirantes durante e após a feira-livre que acontece todos os sábados na Av. 1 (Jorge Jacob Yunes). O cenário quando é encerrada a feira é deprimente: lixo orgânico amontoado de um canto a outro da rua, e não apenas na via, mas nas calçadas, muitas vezes bem próximo aos muros das casas! O lixo não é ensacado para ser recolhido pelo caminhão do lixo.

Feira Itba Abril 2016

Como em qualquer residência, empresa comercial, industrial ou de alimentos na cidade de Ituiutaba, os feirantes deveriam manter permanentemente limpa a área ocupada pela banca e seu entorno, desde a montagem até a desmontagem. O lixo produzido deveria ser acomodado em sacos plásticos resistentes e deixados na calçada para o recolhimento, como todos nós fazemos há anos!

Frutas e verduras podem ser vistas no chão e não apenas durante a feira-livre, mas principalmente depois no encerramento da mesma – é o que sobra do pós-feira na avenida Jorge Jacob Yunes onde ficam instaladas as barracas: cascas de frutas e verduras, palha de milho, guariroba, fruta esmagada ao chão, sobras de verduras, caixas de papel, plásticos, papéis, jornais… tudo isso é deixado pela rua!

TODOS deveriam fazer sua parte para manter o ambiente limpo (a avenida, a cidade) – detalhe: a feira acontece VIZINHA ao Pronto-socorro Municipal!

Acredito que o pior problema é a falta de consciência em entender que não se deve jogar lixo na rua, como se o Poder Público fosse responsável por tudo o que é colocado no chão. E não é porque temos uma empresa que faz acoleta de lixo que podemos deixar o lixo exposto. Aliás, em nossas residências, se não colocarmos o lixo em sacos plásticos, a empresa não o recolhe, óbvio!

Seria interessante se houvesse:

  • Trabalho de conscientização junto aos feirantes, no sentido de terem mais ordem e higiene;
  • Trabalho socioeducativo – distribuição, inicialmente, para cada barraca, sacos de lixo e implantação de sistema de fiscalização. Ao desmontar a barraca, o feirante teria que deixar seu lixo ensacado. O objetivo seria agilizar o serviço da empresa de limpeza urbana e manter o ambiente limpo (nota: o serviço de limpeza e coleta acontece cerca de 30 a 60 minutos após o término da feira – neste período – precisamos conviver, em pleno século XXI com a sujeira na rua). Quem não atendesse a isso, após esse período de orientação, deveria ser penalizado; também, após este período, cada feirante ficaria responsável em adquirir os sacos para armazenagem do lixo;
  • O feirante que encerrasse seu trabalho na feira e deixar o lixo espalhado deveria ser notificado, podendo até ser suspenso do seu trabalho.

 

A adoção dessas soluções podem ser efetivadas– e resolveria o problema de manter a limpeza da rua (bem como das demais feiras da cidade – pois essas condutas atingiriam todas elas).

Não parece simples? O que você pensa a respeito?

(Texto semelhante foi entregue pessoalmente ao Secretário de Obras – e aguardamos mudanças).

  • Regina Moura Carvalho – fisioterapeuta graduada pela Universidade Federal de São Carlos – UFSCar (1990) e graduada em Administração pela FTM em 2008; tem afinidade com temas ligados ao meio-ambiente, sustentabilidade e afins e incorpora, sempre que possível, práticas relacionadas, como coleta de água da chuva, plantio de árvores, separação do lixo para reciclagem, redução e reutilização de materiais.

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