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DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE 05 DE JUNHO

 

O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado todo dia 5 de junho de cada ano desde 1972. A data foi instituída durante a Conferência de Estocolmo, que tratou do tema Ambiente. Foi durante esta conferência que foi aprovada também o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente.

O objetivo principal da criação desta data é a conscientização da população mundial sobre os temas ambientais, principalmente, a preservação. Desta forma, a ONU procurou ampliar a atuação política e social voltada para os temas ambientais. Era intensão da ONU também, transformar as pessoas em agentes ativos da preservação e valorização do meio ambiente.

Nesta data, ocorrem diversos eventos no mundo todo. Palestras, campanhas educativas, documentários e eventos são realizados, em vários locais, com o propósito de despertar as pessoas para esta importante questão mundial. Em muitos países ocorrem acordos ambientais e definição de políticas voltadas para a proteção do meio ambiente. Esta data é muito importante nas escolas, pois os alunos, em estágio de formação, podem desenvolver uma consciência ambiental que é fundamental para o futuro do planeta.

Esse ano, em 2017, o tema do dia Mundial do Meio Ambiente é #EstouComANatureza e tem por objetivo incentivar nossa conexão com a natureza.

A dica então é se jogar na natureza, andar descalço, sentir o vento, dar um mergulho, observar os pássaros, cada um a sua maneira.

estoucomanatureza-diado meioambiente

Em Ituiutaba a Secretaria de Meio Ambiente preparou uma semana cheia de atividades para que essa conexão seja atingida… blitz educativa, sensibilização quanto a preservação ambiental, distribuição e plantio de mudas, teatro, visitas técnicas na SAE e na Copercicla entre outros cujo encerramento acontecerá no próximo Sábado, dia 10 de junho, num evento na Praça Cônego Ângelo, a partir de 19h.

Aproveite essa semana para se jogar na natureza, para sentir o que há de mais genuíno e do que não podemos viver sem. Curta a natureza como extensão da própria vida e repense seus hábitos, lembrando sempre que “menos é mais” e que todos têm o mesmo direito de um meio ambiente equilibrado.

Separe sempre seus resíduos, destine adequadamente. Cada coisa em seu lugar.

Boas comemorações!

Dia do Meio Ambiente Prefeitura

Fontes:
http://www.suapesquisa.com/datascomemorativas/dia_meio_ambiente.htm
https://www.greenme.com.br/informar-se/ambiente/5462-dia-mundial-do-meio-ambiente-2017

Você já ouviu falar em IPTU Verde?

O IPTU Verde é uma realidade já adotada em diversos municípios brasileiros.

A ideia é que os cidadãos adotem práticas de preservação ambiental em imóveis residenciais e como contrapartida recebam desconto no IPTU – Imposto Predial e Territorial Urbano.

Cidades como São Carlos, São Bernardo do Campo, Salvador, Guarulhos e Curitiba, entre várias outras,  já concedem descontos no IPTU há alguns anos. As práticas mais recorrentes são:

  • Instalação de sistemas de captação de águade chuva
  • Reúso de água na habitação ou edificação;
  • Construção de cobertura vegetal;
  • Garantia de áreas permeáveis maiores do que as exigidas pela legislação local nos terrenos;
  • Instalação de placas fotovoltaicas para captação de energia solar;
  • Plantio de árvores na frente da residência.

Os cidadãos devem se inscrever no programa apresentando as práticas já adotadas. Eles passam por uma verificação por parte dos órgãos públicos responsáveis e, se devidamente adequados e aptos, passam a receber o desconto no IPTU.

O valor dos descontos varia de cidade para cidade, conforme os objetivos do município e também de sua arrecadação. Em São Carlos no ABC Paulista, por exemplo, para implantar o programa de fomento a iniciativas ambientais, “não houve renúncia de receita, uma vez que a prefeitura criou medidas compensatórias para o que deixou de arrecadar: aproximadamente R$ 50 mil em 2011, de um universo de R$ 48 bilhões”, conforme explica o secretário de finanças municipal, Paulo Almeida no ano de 2011. “E o ganho para a cidade é inquestionável; houve uma qualificação da paisagem e uma melhoria no controle da poluição”.

As metodologias usadas pelos municípios foram em geral construídas com base na relevância da ação para a cidade e no investimento do contribuinte em cada medida. Logo, se para o município de São Carlos o interesse maior era no controle da poluição e na rearborização da cidade, Guarulhos incentiva também os contribuintes que investem em novas formas de captação de energia.

A concessão de desconto no IPTU com base em características do imóvel que são favoráveis à cidade está em linha com o que a Constituição Federal chama de Função Social da Propriedade e, também, com o Estatuto das Cidades, já que, na medida em que a cidade tenha um Plano Diretor Urbano, ela poderá cobrar conforme a efetiva utilização do imóvel e sua função social.

Como os descontos e isenções afetam diretamente a arrecadação pública do município, é necessário “destacar no projeto de lei e em toda a discussão, de onde vai sair o dinheiro para a implementação da política ou apresentar a previsão orçamentária considerando a redução da arrecadação, no caso de incentivos”, explica Ana Claudia Utumi, sócia responsável pela área tributária do Escritório Tozzini Freire. Assim, “para que qualquer Legislativo (municipal, estadual ou da União) aprove uma lei que enseje renúncia fiscal é preciso uma previsão de qual será o impacto dessa renúncia nas contas públicas”, completa.

SALVADOR – BAHIA

IPTU Verde – Em Salvador, na Bahia, o programa oferece até 10% de desconto no IPTU para construções residenciais, empresariais, mistos ou institucionais que contemplem ações e práticas que reduzam os impactos ambientais em suas obras. O percentual de abatimento no valor do imposto, que pode ser de 5% (selo bronze), 7% (selo prata) e 10% (selo ouro), varia conforme a pontuação obtida através dos itens utilizados no imóvel, que são distribuídas em cinco eixos: Gestão Sustentável das Águas, Alternativas e Eficiência Energética, Projeto Sustentável, Emissões de Gases de Efeito Estufa e Bonificações.

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Essa iniciativa pública é benéfica a todo o município, que por sua vez, eleva seus patamares de sustentabilidade e consequentemente de qualidade de vida e preservação da mesma. É benéfica também aos cidadãos individualmente, pois esses gozam dos benefícios residenciais e, claro, tem desconto no IPTU, e, por fim, aos governos locais que adotam uma prática alinhada a uma visão de futuro e perenidade deixando assim um legado à população.

 

* Alice Drummond – mestre em governança de resíduos sólidos pela Sorbonne Paris 3, consultora em gestão de resíduos sólidos pela Resíduo de Valor e diretora executiva da Associação Plataforma Ituiutaba Lixo Zero

 

Fontes:

  1. http://infraestruturaurbana.pini.com.br/solucoes-tecnicas/16/artigo260567-1.aspx ;
  2. http://iptuverde.salvador.ba.gov.br/ ;
  3. http://www.saocarlos.sp.gov.br/index.php/incentivo-ambiental-iptu.html;
  4. http://www.agenciadenoticias.salvador.ba.gov.br/index.php/pt-br/releases-2/geral/2709-salvador-entre-as-100-cidades-que-adotaram-as-melhores-praticas-sustentaveis;
  5. http://www.cbic.org.br/sala-de-imprensa/noticia/salvador-sustentavel-cidade-esta-entre-as-100-mais-sustentaveis-do-mundo
  6. http://www.100resilientcities.org/cities/entry/salvadors-resilience-challenge#/-_/

 

Honra e responsabilidade *Alice Drummond

Nesse post, que foi coluna PILZ no Jornal do Pontal, tomo a liberdade de escrever na primeira pessoa: Alice Drummond, idealizadora e coordenadora da Plataforma Ituiutaba Lixo Zero e PATRONA da V Turma de Ciências Biológicas da Facip / UFU: Turma Lícia Ongaro Calábria Prado.

Numa definição generalista, Patrono/Patrona é alguém que defende alguma causa ou ponto de vista, é alguém que aconselha e direciona e que serve de referência profissional.

Pois bem leitores, divido com vocês o convite recebido no início de agosto para ser a Patrona da Turma Lícia Ongaro Calábria Prado, cuja formatura aconteceu nos dias 27, 28 e 29 de agosto.

No convite, o qual muito me emocionou, há mencionado os meus ideais sustentáveis, alinhados com as atividades da turma, e o compartilhamento do conhecimento através da educação ambiental, tão trabalhada na Plataforma Ituiutaba Lixo Zero. Percebo então que a honra de um convite desses é proporcional à responsabilidade que ele implica, e agradeço à turma pelo generoso presente.

V Turma biologia

Desafio e Conquistas

Falar de uma coisa nova nem sempre é fácil. Resíduos então! Pelo contrário, existem resistências de diferentes naturezas, dentre elas: sociais, culturais e econômicas. No entanto, a resistência mais comum e ordinária é a cultural, onde a falta do conhecimento assume um lugar importante, admite nossa inação e nos trava em relação ao progresso.

A honra deste convite vem justamente afirmar que a difusão do conhecimento e o desenvolvimento de nossas capacidades são, sim!,  possíveis e podem nos fazer nos descobrir como uma sociedade capaz de querer conhecer mais, aprender mais, mudar e ser melhor.

Percebemos que mais profissionais e mais agentes da mudança estão em jogo e isso certamente nos levará, com a boa vontade de toda a nossa sociedade, a fazer a transição do modelo linear (consumo/descarte) para o modelo circular (consumo/reciclagem).

Aos formandos da Turma Lícia Ongaro Calábria Prado.

Aos formandos, reitero que em qualquer profissão é melhor, se não preciso, encontrar O significado, A razão e acreditar no conhecimento a fim de colocá-lo em prática. Certo é que, dessa forma, o alcance do bem-estar pessoal e social estará garantido bem como o impacto positivo na sociedade em que atua.

A urgência da quebra de paradigmas e a transição para o novo modelo produtivo justifica em todos os aspectos a formatura de vocês. Essa nova etapa que se inicia é apenas a continuação dessa longa jornada que começou há tanto tempo. A conquista de hoje é justificativa para o antes e depois, no qual tenho certeza, e espero fortemente, estarmos juntos.

Se a sustentabilidade, tão cogitada no estudo da vida – a Bio-logia – nada mais é que a aplicação do equilíbrio entre os fatores sociais, econômicos e ambientais, desejo então toda a serenidade, persistência e perseverança para continuar a PROGREDIR nesse campo escolhido por nós: o do conhecimento e progresso.

A vocês eu coloco não somente a Plataforma Ituiutaba Lixo Zero à disposição, para que façam dela palco de suas atividades, mas também peço que contem comigo pessoalmente, profissionalmente e moralmente. Saibam que vocês são agentes da mudança e marcaram minha história e consequentemente a da Plataforma Ituiutaba Lixo Zero com muita alegria. Obrigada e parabéns pelos caminhos escolhidos! Estamos juntos!

*Alice Drummond é consultora/especialista em Resíduos Sólidos pela UnB e mestre em Governança de Resíduos Sólidos pela Sorbonne Nouvelle Paris 3.

Práticas sustentáveis nas grandes empresas e suas demandas para as Micro e Pequenas Empresas

O Sebrae disponibilizou um documento chamado as Práticas sustentáveis nas grandes empresas e suas demandas para as Micro e Pequenas Empresas que pode ser baixado de seu site nesse link. Nesse documento, ele exemplifica como diferentes empresas, grandes, médias ou pequenas empresas, fizeram para implantar praticas sustentáveis, incluindo o gerenciamento e redução de resíduos. O documento visa disseminar e também ampliar o conhecimento de empresas sobre práticas sustentáveis de outras empresas, em especial as grandes empresas, e que isso é uma alternativa para que possam gerar valor através dessas atividades.

 

PRÁTICAS DE RESPONSABILIDADE E GESTÃO AMBIENTAL

O documento mostra a realidade de cada empresa e no fim de cada apresentação é feita a seguinte pergunta:

PODERIA CITAR 10 EXEMPLOS DE PRÁTICAS DE RESPONSABILIDADE E GESTÃO AMBIENTAL A SER INCORPORADA S NA MPE, QUE VENHAM A SIGNIFICAR MAIOR ACESSO, COMO FORNECEDORES, ÀS GRANDES EMPRESAS?

Confira as respostas:

Empresa Sertenco

  • Respeito à Legislação Ambiental;
  • Implantação do SGI;
  • Conscientização de todos os colaboradores;
  • Qualificação dos fornecedores para cumprirem as normas ambientais;
  • Treinamento dos colaboradores;
  • Auditoria dos processos implantados;
  • Divulgação interna dos resultados da Gestão Ambiental;
  • Manuseio correto dos resíduos;
  • Acompanhamento e controle do descarte dos resíduos;
  • Rastreabilidade de todo o processo da Gestão Ambiental.

MCM LIGHT

  • Investimento em pessoas;
  • Reciclagem do lixo;
  • Utilização de energia consciente;
  • Melhor aproveitamento de recursos internos, como: papel, comida, copos, etc;
  • Estabelecer relações com ONGs de ordem ambiental para auxílio no planejamento;
  • Analisar os serviços que presta e ver se neles consegue adequar a sustentabilidade;
  • Saber comunicar ao mercado suas políticas de sustentabilidade.

Ens Engenharia

  • Coleta seletiva;
  • Utilização de papel reciclado;
  • Compra de material com selo verde;
  • Uso de iluminação de baixo consumo e iluminação natural;
  • Uso de ventilação natural;
  • Uso de energia solar;
  • Reaproveitamento de água da chuva;
  • Reaproveitamento de materiais em geral;
  • Conscientização dos funcionários a aderirem à sustentabilidade dentro e fora da empresa;
  • Utilização de biocombustível.

M&R ENGENHARIA

  • Treinamento de colaboradores para conscientização dos aspectos e impactos ambientais;
  • Uso de produtos e tecnologias ambientalmente amigáveis;
  • Economia de água e energia;
  • Triagem de resíduos antes de descartá-los objetivando o uso posterior;
  • Aquisição de dispositivos corretos de coleta;
  • Acondicionamento adequado de resíduos;
  • Transporte em conformidade com as características dos resíduos e com as normas técnicas específicas;
  • Controle de registros das destinações dos resíduos;
  • Implantação de manutenção preventiva de equipamentos movidos por motores elétricos ou motores a combustão;
  • Implantação de política de segurança e meio ambiente

Saiba mais

Baixe o documento esse link.

As informações referentes  a esse post foram retiradas do documento e do site ecodesenvolvimento.org.

Escrito por Thiago Lima.

V SEMANA DO MEIO AMBIENTE – IFTM ITUIUTABA

 

2014 Cartaz Semana do Meio Ambiente

Dia 05 de junho é o dia MUNDIAL do meio ambiente. É quando o mundo se volta para a natureza e reconhece nela a fonte da vida.

Por isso comemorações de todos os tipos são realizadas no mundo inteiro, e como dizemos no dia da Mães ou das mulheres, esse seria também um dia ser comemorado todos os dias das nossas vidas.

O IFTM comemorará a  V SEMANA DO MEIO AMBIENTE programação no dia 02 de julho, próxima segunda-feira, com uma agenda intensa e para vários gostos.

Confira e participe.

V SEMANA DO MEIO AMBIENTE

 

Período: 02 de junho de 2014

 

Informações pelo telefone: 3271 – 4054

 

 

Água: consumo, produção, biodiversidade e sustentabilidade

Horário Atividade Local
 

 

08h00 – 08h30

Abertura: Direção geral, Direção de ensino e comissão organizadora.

Apresentação musical: Coral Sabiás do campus – IFTM / Coral Vozes D’água – Sae / Grupo musical Sons do coração – IFTM

 

 

 

Auditório

Palestras
 

08h30 – 09h20

Palestra: “Tecnologia da Informação e o Lixo Eletrônico”

Prof. Marcelo Loures Ribeiro – IFTM

 

 

Auditório

 

09h30 – 10h00

Palestra: Tratamento de água e esgoto

Carlos Humberto Franco Machado – Técnico da SAE

 

 

Auditório

 

10h00 – 11h00

Palestra: Irrigação no Brasil: Desafios e perspectivas

Prof. Dr. Samuel Petraccone Caixeta – IFTM

 

 

Auditório

 

 

13h30 – 14h30

Palestra: Aquífero Guarani: aspectos geológicos e impactos ambientais

Prof.ª Drª. Sabrina Coelho Rodrigues – FACIP /UFU

 

 

 

Auditório

14h50 – 15h10 Intervalo  
 

15h10 – 16h00

Palestra: Biodiversidade de serpentes e peçonhas: “do Veneno ao Medicamento”

Prof.ª Drª. Júnia de Oliveira Costa – IFTM

 

 

Auditório

 

16h00 – 16h50

Palestra: “Crimes virtuais e o Marco Civil”

Prof. Daniel Ramos Pimentel – IFTM

 

 

Auditório

 

Visitas Técnicas
07h30 – 09h30 Visita à ERPAE – 1° Química ERPAE
09h30 – 11h30 Visita à ERPAE – 1° Eletrotécnica ERPAE
13h00 – 15h00 Visita à ERPAE – 1° Informática ERPAE
15h00 – 16h50 Visita à ERPAE – 1° Agroindústria ERPAE
Minicursos/oficinas
 

09h30 – 10h30

Minicurso: Erosão: causas e consequências

Fábio Venceslau – Discente do curso de graduação em Geografia – FACIP/ UFU

 

E – 01

 

09h30 – 10h30

Oficina: Mapas conceituais: Por que não?

Prof. Carlos Eduardo Petronilho – IFTM

Prof. Eduardo Borges – IFTM

 

E – 02

 

08h30 – 11h10

Minicurso: Cultivo orgânico e uso de material reciclável para irrigação

Prof. Msc. Ismael Ferreira – UEMG

 

E – 03

 

08h30 – 11h10

Oficina de Fotografia: Prof. Leonardo Rocha – IFTM e Prof. Daniel Rizoto – FTM  

Multimeios

 

11h10 – 13h10 Intervalo  
 

13h10 – 14h00

Minicurso: O consumo de água na produção de carne bovina: da criação ao abate

Wagner Bartolomeu Correia Lins – Tec. de laboratório e discente do curso de Tecnologia em Processos Químicos – IFTM

 

E- 03

 

13h10 – 16h50

Minicurso: Produção de mudas de hortaliças

Prof.ª Mirian Nomura – UEMG

 

E – 01

 

13h10 – 14h50

Oficina: Produção de mudas nativas em viveiros florestais

Irineu de Macedo Neto – Técnico IEF – MG

 

Área de convivência

 

13h10 – 16h30

Minicurso: Tratamento de água e preservação de amostras ambientais

Prof. Dr. Sergio Marcos Sanches – IFTM

 

Multimeios

 

 

13h10 – 14h50

Minicurso: Utilização de testes rápidos para análise de água

Felipe Pacheco – Discente do curso de graduação em Geografia – FACIP/ UFU

 

 

 

Lab. C-02

 

 

 

15h10 – 16h50

 

 

Minicurso: Elaboração de maquetes cartográficas

Felipe Pacheco – Discente do curso de graduação em Geografia – FACIP/ UFU

 

 

 

E – 04

 

13h10 – 16h50

Minicurso: Compostagem: uma alternativa para a diminuição dos resíduos sólidos

Prof.ª Drª. Elaine Kikuti – FACIP /UFU e alunos do Polivalente

 

E – 05

 

13h10 – 14h50

Minicurso: Propriedades coligativas da água: ebulição à baixa temperatura

Prof. Enílson Araújo da Silva – IFTM

 

C – 04

 

15h10 – 16h50

Minicurso: Microbiologia da água

Mariana T. de Castro – Tec. de laboratório e discente do curso de graduação em Ciências Biológicas – FACIP/ UFU

 

Lab. C- 06

 

19h30 – 20h30

Mesa redonda: Água: consumo, produção, qualidade e sustentabilidade.

 

Prof. Msc. Humberto Minéu – IFTM

Prof. Dr. Sergio Marcos Sanches – IFTM

 

 

Auditório

 

CARTA CAPITAL – TODOS SÃO RESPONSÁVEIS PELO LIXO

Márcia Pineiro e colaborador Rafael Nardini,
obrigada pelo belo texto esclarecedor a respeito das perspectivas e potencialidades de uma boa gestão de resíduos sólidos.
Que nos sirva sempre de inspiração para a busca de soluções para esse drama que é o “lixo” sem gestão. 

Todos são responsáveis pelo lixo

Mas o setor privado parece mais preparado para empreender as mudanças exigidas pela legislação
por Márcia Pinheiro* — publicado 20/05/2014 05:58
Tania Rego / Agência Brasil
Lixo

Lixo acumulado no Rio de Janeiro. As grandes cidades são as que ma

 Há uma discrepância entre a letra morta da lei e a prática na gestão dos resíduos sólidos. Embora a legislação determine as “responsabilidades compartilhadas”, o peso das operações recai quase absolutamente sobre os municípios, muitos deles despreparados para enfrentar o desafio. E há ainda a desinformação dos cidadãos médios sobre como fazer mais pela preservação do meio ambiente. A falta de comunicação geral entre os interessados, a burocracia e o despreparo de parte do setor público dificultam a adoção no ritmo desejado das políticas previstas no Plano Nacional de Resíduos Sólidos. Pior para a sociedade: o fim dos lixões, previsto para 2014, não sairá do papel.

Essas foram algumas das principais conclusões do evento Resíduos Sólidos – Embalagens Pós-Consumo, realizado em São Paulo em 7 de maio. Mais um seminário da série Diálogos Capitais, o debate nasceu de uma parceria entre CartaCapital, o Instituto Envolverde e o Compromisso Empresarial pela Reciclagem (Cempre) e reuniu autoridades, representantes do setor privado, ONGs e movimentos sociais.

Convidada para proferir a palestra de abertura, Izabella Teixeira, ministra do Meio Ambiente, criticou a falta de diálogo entre os setores envolvidos na adoção do plano de resíduos. Segundo a ministra, deveríamos estar mais avançados a esta altura, com as cidades dedicadas à discussão sobre a maior eficiência na agenda ambiental (entrevista à pág. 46). “É urgente compreender o funcionamento do sistema de logística reversa de resíduos, quem são seus atores e como ele deve ser administrado pelos municípios.”

O setor privado, os gestores públicos e as cooperativas de catadores precisam, diz a ministra, se organizar para oferecer um serviço de coleta seletiva e capacidade de logística reversa para garantir a segurança ambiental das cidades e dos ecossistemas afetados pela má gestão do lixo. Teixeira enfatizou a importância dos catadores em todo o processo de reciclagem. “Não faço uma reunião sem a presença deles. Hoje, tê-los à mesa é precondição de negociação.”

Victor Bicca, presidente do Cempre, listou os três objetivos principais da instituição: promover o conceito de Gerenciamento Integrado do Resíduo Sólido Municipal e a reciclagem pós-consumo e difundir a educação ambiental com foco na teoria dos três R (Reduzir, Reutilizar e Reciclar). O também diretor de sustentabilidade da Coca-Cola Brasil para a Copa do Mundo citou outros cinco pontos principais para o avanço da política de resíduos sólidos: coleta seletiva, educação ambiental, inclusão social, instrumentos econômicos e política industrial para o setor reciclador. A reciclagem, ressalta, é uma oportunidade para integrar setores marginalizados da sociedade, entre eles os catadores de lixo.

O executivo criticou o peso dos impostos sobre a cadeia produtiva. A cobrança de tributos como o ICMS, afirma, precisa ser repensada. “Hoje, se comparar uma camisa de algodão e outra de pet reciclável é melhor comprar uma de algodão, que é mais barata. Ela usa, porém, uma matéria-prima não renovável, enquanto descartamos um material que poderia ser reutilizado”. A saída? “A gente precisa deixar a zona de conforto. As empresas realmente são muito reativas”.

Paulo Pompilio, diretor do Grupo Pão de Açúcar, diz que o varejo está muito envolvido no tema. O engajamento teve início em 2001, quando foi criada uma parceria com a indústria. As diretrizes do grupo varejista se concentram na valorização dos indivíduos, consumo e oferta consciente, transformação na cadeia de valor, gestão do impacto ambiental e envolvimento da sociedade.

O Pão de Açúcar tem um programa de coleta seletiva que atende a 200 lojas e centros de distribuição desde 2008. Firmou ainda uma parceria com a AES Eletropaulo para oferecer a troca voluntária de materiais recicláveis por descontos na conta do cliente. O material recebido é doado para 67 cooperativas de reciclagem parceiras e promove a geração de renda e a inclusão social. Mais de 8 mil trabalhadores são beneficiados direta e indiretamente a cada ano, detalhou o executivo.

André Chevis, gerente de Marketing de Multivarejo do Grupo Pão de Açúcar, aponta o poder transformador do varejo. Desde 2001, destacou, mais de 72 mil toneladas de papel foram reaproveitadas. O consumidor compra, e leva o descarte para as estações de reciclagem e as caixas verdes. O GPA separa o material e o reaproveita, transformando-o em novas embalagens, que têm preço menor.

Fernando Von Zuben, diretor de Meio Ambiente da Tetra Pak, traçou uma radiografia do setor de reciclagem, baseado em pesquisas com cidadãos latino-americano. A poluição é um problema sério para 92% dos habitantes da região, mas 72% não sabem como fazer mais pelo meio ambiente. Nem sequer conhecem as técnicas de separação dos resíduos sólidos urbanos.

O ciclo de vida das embalagens Tetra Pak, explica Von Zuben, está focado na preservação do meio ambiente, da produção da embalagem à educação do cliente, da relação com o varejo, o consumo e a coleta seletiva à triagem e reciclagem.  A empresa trabalha atualmente com 600 cooperativas. “A reciclagem gera renda, emprego, impostos e menor impacto ambiental.”

Em agosto de 2014 se encerra, ao menos na lei, o prazo para o fim dos lixões. O cenário real está, porém, bem distante das determinações da lei. Por qual motivo? Um deles, descreve o secretário de Recursos Hídricos do Ministério do Meio Ambiente, Ney Maranhão, é a falta de gestores preparados nas cidades para imaginar alternativas menos poluentes. Maranhão prega uma mudança radical na forma de encarar e administrar os problemas. “Não podemos gerar resíduos de forma irresponsável ou consumir desenfreadamente.”

Os representantes das cadeias produtivas de plástico, papel, alumínio e garrafas pet presentes no evento reivindicaram medidas governamentais capazes de auxiliar as empresas a elevar os níveis de reciclagem da cadeia produtiva. Segundo as entidades patronais, não há mais espaço para burocracia, demora na tomada de ações ou falta de direcionamento nas instâncias legislativas. “Monitoramos perto de 285 projetos de lei. Desses, 90% são estapafúrdios. Não servem para nada”, disparou o presidente da Associação Brasileira da Indústria do Pet, Auri Marçon.

Pedro Vilas Boas, diretor da área de produtos e reciclagem da Indústria Brasileira de Árvores, novo nome da antiga Bracelpa, reafirmou as reclamações. “O poder público parece não fazer a sua parte nessa responsabilidade compartilhada. O fim dos lixões que deveria ser em 2014 não acontecerá. Temos aí os sistemas de coleta seletiva e a necessidade da desoneração da cadeia. Se isso não acontecer, poderemos ter recuo na reciclagem.”

Diretor do Cempre, André Vilhena afirmou que ficou para trás o tempo em que o governo se queixava de falta de recursos dos municípios para realizar a coleta seletiva de resíduos sólidos. “Não há falta de dinheiro hoje. Temos prefeituras que fazem ótimos trabalhos. Porto Alegre faz coleta seletiva há 25 anos. Com bons trabalhos, a iniciativa privada se sente motivada a criar ações.”

Aa companhias acumulam vários bons exemplos. Atualmente, 500 empresas estão envolvidas na reciclagem de pet. O faturamento anual do setor chega a 1,6 bilhão de reais. “Reciclamos quase 60% do material, ou 400 mil toneladas. A boa notícia é que a reciclagem de pet cresceu mais do que o pet virgem. O desafio é continuar a crescer. O maior gargalo é a coleta. Em certas épocas do ano, as recicladoras trabalham com mais de 30% de ociosidade”, descreve Marçon.

São Paulo, ao menos, promete se esforçar na melhora desse indicador. A prefeitura estuda uma forma de remunerar os trabalhadores responsáveis pela coleta dos materiais recicláveis na cidade, garantiu o secretário municipal de Serviços, Simão Pedro Chiovetti. “Temos um investimento aprovado pelo BNDES no valor de 42 milhões de reais para a capacitação e a qualificação dos trabalhadores. ONGs, universidades e entidades vão gerenciar as melhoras das condições das cooperativas. Entendemos tratar-se de um modelo ousado, novo.”

A prefeitura tem a intenção de reduzir de 98,2% para 20% o volume de resíduos despejado nos aterros sanitários da cidade nos próximos 20 anos. A medida atende ao pedido de Roberto Laureano, representante do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis, outro participante dos debates. “Precisamos de investimento na ponta.” Além de chamar atenção para o aumento de recursos, Laureano afirmou que a maior efetividade da reciclagem depende da ampliação do processo de formação técnica dos catadores, segundo cada área de atuação ou produto com o qual trabalham.

A capital paulista, garante Simão Pedro, tem um plano de coleta seletiva para os próximos 20 anos, com produção média de um quilo de resíduos por habitante ao dia. O secretário afirmou ainda que há dois grandes aterros em São Paulo, 22 cooperativas de catadores e 40 pontos de recepção de coleta seletiva de lixo, que atendem 40% dos bairros.

Diretor da Associação Brasileira de Fabricantes de Latas de Alta Reciclabilidade, Renault Castro afirma que o índice de reciclagem de latas de bebidas, de 3% em 1991, saltou para 98% no ano passado. É o maior percentual do mundo. Os principais consumidores são a indústria automotiva e o setor de siderurgia. O investimento desde o início dos anos 1990 chega a 1 bilhão de dólares.

Paulo Henrique Rangel Teixeira, diretor-superintendente da Associação Brasileira da Indústria de Plástico, enxerga muitos desafios para o setor. Existem atualmente 815 empresas, que geram 23 mil empregos, com faturamento de 2,5 bilhões de reais. O índice de reciclagem mecânica é de apenas 2%, embora o plástico represente 20% do resíduo sólido urbano. O potencial econômico da reciclagem, calcula Teixeira, é de 5,8 bilhões de reais. Prova de que, além de melhorar o meio ambiente, a boa gestão dos resíduos sólidos é um excelente negócio.

*Colaborou Rafael Nardini

FÓRUM SETORIAL ELETROELETRÔNICOS – PRESENÇAS E APRESENTAÇÕES

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O Fórum Setorial Eletroeletrônicos da Plataforma Ituiutaba Lixo Zero aconteceu na última quinta-feira, dia 22 de maio de 2014. Dessa vez quem nos acolheu MUITO BEM foi a equipe do CEMAP –  Coordenação do Centro Municipal de Assistência Pedagógica e Aperfeiçoamento Permanente de Professores.

As seguintes organizações/instituições/ empresas foram bem representadas no Fórum:

  • Copercicla – Cooperativa de Reciclagem
  • FACIP/ UFU
  • IFTM
  • Zoonoses
  • SMSO – Gestor do Aterro Sanitário de Ituiutaba
  • FIEMG
  • Sindcomércio
  • Venture Veículos
  • Ituiutaba Bionergia LTda
  • Profissional – Agrônomo
  • Profissional – Gestora Ambiental

O Fórum Setorial Eletroeletrônico teve por objeto de discussão a destinação dos resíduos eletroeletrônicos. O debate foi super proveitoso. Num ambiente onde cada um pôde apresentar suas ações, aprendemos muito, e tivemos mais condições de buscar soluções em conjunto para tais questões.

Humberto Minéu, apresentou, como em todos os fóruns, a Política Nacional de Resíduos Sólidos, especificamente a parte relativa à logística reversa e a responsabilidade compartilhada.

Alice Drummond apresentou o cenário brasileiro do mercado e destinação dos resíduos eletroeletrônicos.

Infelizmente a nossa forte tendência a consumir eletroeletrônicos ilegais dificulta muito a resolução e implementação da logística reversa para o setor. Aproximadamente 30% dos computadores no mercado tem origem ilegal e a porcentagem para os celulares chega a 20%.

As propostas de solução são super viáveis, porém é preciso vontade pública e privada. Divulgaremos em breve o quadro trabalhado nesse Fórum.

A apresentação do professor Humberto Minéu pode ser encontrada aqui:Fórum Setorial Eletrônicos -PILZ-22.05.2014 – HumbertoMinéu

E a de Alice Drummond, nesse link : Fórum Setorial EletroEletrônicos – PILZ 22.05.14 – AliceDrummond

Agradecemos a todos os participantes, ao CEMAP, e a nossa queridíssima fotógrafa oficial Emmeline.

O próximo Fórum Setorial de Resíduos de Construção e Demolição, será realizado no auditório da OAB, dia 30/05/2014.  Nos vemos lá!

 

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SÉRIE DE PALESTRAS Desafios e perspectivas do setor produtivo para a coleta seletiva POR JAYME BATISTA Gonçalves Filho

Palestra:

Desafios e perspectivas do setor produtivo para a coleta seletiva.

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Jayme Batista Gonçalves Filho
Engenheiro Mecânico pela UFMG e Tecnólogo em Marketing pela UNOPAR; Pós graduado em Gerência de Empresas; tem sua trajetória desde estagiário, funcionário e gerente em empresas ligadas a áreas produtivas da engenharia; há 17 anos está a frente da Venture Veículos Ltda, Concessionária Fiat no Pontal do Triângulo, como Diretor Administrativo e sócio proprietário. Atua na ACII como 3º Vice Presidente; Diretor da Abracaf (Associação dos Concessionários Fiat do Brasil) e Diretor Regional do Sincodiv-MG (Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos de Minas Gerais).
 

A quarta palestra do evento foi realizada por Jayme Batista, representante do setor produtivo, e teve como tema, os desafios e perspectivas do setor produtivo, destacando a sustentabilidade e refletindo sobre as questões ambientais.

Jayme levantou as questões de logística reversa, enfatizando objetos de produtos perigosos, como o descarte de embalagens de óleos lubrificantes. Enfatizou a importância da conscientização da população em relação ao descarte deste tipo de resíduo que, por ser extremamente nocivo ao meio ambiente é, na mesma proporção, importante visar o menor impacto ao meio ambiente.

O dever social do setor produtivo em relação ao meio ambiente e  ações de sustentabilidade foi ressaltado. Campanhas de conscientização e motivação das pessoas, colaboradores e sociedade em geral são muito importantes.

Em relação aos colaboradores, considerando as diferenças de percepção ambiental de uma equipe,  Jayme enfatizou a necessidade de treinamentos, diálogos e educação ambiental, para que todos atinjam o nível para trabalhar questões como a reciclagem. Nesse sentido Jayme afirma que  “os colaboradores precisam ter visão, precisamos criar uma cultura ambiental, tendo uma mesma linguagem e o pensamento como um todo

Vale ressaltar que é importante conscientizar não somente as entidades, os colaboradores e as organizações, mas também a comunidade como um todo. Projetos de sustentabilidade, educação ambiental,  entre outros métodos auxiliarão o aumento da reciclagem, que por sua vez agrega diversos fatores positivos na economia, sociedade e  meio ambiente. A conscientização relativa aos produtos nocivos ao meio ambiente  é fundamental,  pois com conhecimento do descarte correto muitos danos ao meio ambiente como contaminação de solos, água e ar poderão ser evitados.

Post escrito por:

Matheus Eduardo Souza Teixeira,Discente do Curso de Geografia FACIP/UFU, Discente do Curso Técnico em Comércio IFTM; Estagiário do LAGEOTEC (Laboratório de Geotecnologias); Bolsista no Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência, Cel. : 034 9673 – 8318, e – mail: matheuseduardo002@gmail.com

Foto:

Ricardo Henrique da Silva Gomes, Graduando 5° Período de Publicidade e Propaganda, Faculdade Triangulo Mineiro FTM, Bolsista da FAPEMING