Cinde-debate: A LEI DA ÁGUA (O Novo código Florestal)

A lei da agua

            Água é vida, mas parece que nos esquecemos disso e, diariamente, damos motivos para a realidade que nos apresenta. O Brasil é o país cujo território apresenta as maiores reservas de água doce do mundo e vivemos uma escassez hídrica absurda.

            Por quê?  Nós, cidadãos de uma cidade pequena do interior, temos responsabilidade nesse processo? Se sim, qual é a parte a qual devemos ser responsáveis? Qual o caminho que estamos tomando se considerarmos as decisões políticas em relação à água?

            Todas essas perguntas poderão ser respondidas no cine-debate A LEI DA ÁGUA, organizados pelos professores Guilherme Silveira, FACIP/UFU e Humberto Minéu , IFTM, e realizado pelo Ministério Público Estadual (6ª Promotoria de Justiça da Comarca de Ituiutaba) que convida a população de Ituiutaba para a sessão de Cine debate: A Lei da Água (Novo Código Florestal) que acontecerão nos dias, horários e locais abaixo:

25/06 (Quinta-feira) – 19h: Auditório 03 da FACIP/UFU
26/06 (Sexta-feira) – 19h: Auditório do IFTM/Campus Ituiutaba
29/06 (Segunda-feira) – 08h30: Auditório do IFTM/Campus Acii Ituiutaba

            O filme/documentário “A lei da água (Novo Código Florestal)” aborda a questão do código florestal como um problema nacional e não apenas agrícola. Apresenta a problemática desde o nosso processo de colonização, com o modelo de desenvolvimento econômico instalado, o processo de elaboração do primeiro código florestal em 1965, o desenvolvimento científico ao longo dos anos e a relação do código com a conservação ambiental, principalmente em relação à disponibilidade e qualidade de água para o consumo humano e produção.
A realização da sessão no formato de cine debate visa à socialização do conteúdo e do processo de construção e revisão da legislação, os impactos negativos e positivos, oportunizando a manifestação das diferentes visões, diante da seguinte premissa: a busca do equilíbrio entre produzir alimentos necessários para o nosso consumo e economia, aliada à conservação ambiental, proporcionando água em quantidade e qualidade para os nossos diversos usos (consumo humano, dessedentação de animais, produção de alimentos, indústria, saneamento etc.), bem como a manutenção de ambientes que proporcionem condições de manutenção da fauna.
O documentário traz ainda as diferentes visões manifestadas na revisão do código, envolvendo deputados, senadores, produtores, profissionais, sociedade civil organizada e cientistas, com a apresentação de diversos dados de pesquisas e do contexto econômico. Essas diferentes visões possibilitam compreender o processo de construção e revisão do código, com os fatores e forças que atuaram ou não para se chegar à lei atual, e os problemas decorrentes da não aplicação da legislação ao longo do tempo.
Em sentido mais amplo a relação do código florestal com a sustentabilidade ecológica e econômica dos empreendimentos e com a nossa biodiversidade, talvez a maior riqueza do nosso país.

Contamos com sua participação!

Mais informações:
Prof. Guilherme Garcia da Silveira– guilhermes@yahoo.com
Prof. Humberto Minéu – hmineu@iftm.edu.br

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CIDES ENTREGA PLANOS DE SANEAMENTO BÁSICO E DE GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS A MUNICÍPIOS DO TRIÂNGULO MINEIRO

Por Ana Cristina Marquez*

O Consórcio Público Intermunicipal de Desenvolvimento Sustentável do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, CIDES em parceria com o Instituto de Geografia da UFU, a Fundação de Apoio aos Universitários – FAU, e a Universidade Federal de Uberlândia – UFU, fizeram a entrega hoje dos Planos de Saneamento Básico e de Gestão de Resíduos Sólidos a sete municípios do Cides, são eles: Ituiutaba, Centralina, Prata, Monte Alegre, Canápolis, Araporã, Gurinhatã. Sendo que destes,  apenas Ituiutaba recebeu só o de Resíduos por já possuir o de Saneamento.

O trabalho foi elaborado sob a coordenação dos Doutores da UFU, Dra.Ângela Maria Soares  e Dr. Amilton Diniz e Souza com a colaboração dos professores do Instituto Federal do Triângulo Mineiro, IFTM e Universidade Federal do Triângulo Mineiro, UFTM.

A solenidade contou com a participação especial do Dr. Carlos Valera, da Coordenadoria Regional das Promotorias de Justiça do Meio Ambiente das Bacias do Rio Paranaíba e Baixo Rio Grande que participou da mesa solene ao lado do presidente do CIDES, o prefeito de Ituiutaba, Dr.Luiz Pedro, o presidente da AMVAP, Elson Martins Medeiros e os Doutores da UFU, Ângela e Amilton.
“Agora é preciso que os municípios tenham força e comprometimento para implantar o que está no papel. Faço um apelo aos prefeitos que não deixem que este trabalho vire um amontoado de papel, executem, coloquem em seus portfólios uma estrela de ouro com a resolução dos problemas de Resíduos Sólidos e Saneamento”, disse Valera.

O promotor finalizou agradecendo, parabenizando e colocando a Coordenadoria a disposição para que os gestores municipais consigam dar seguimento aos planos para que cada uma dessas cidades possam melhorar a qualidade de vida de seus cidadãos.

Cada um dos prefeitos presentes se comprometeram a executar o plano recebido.

Todos os municípios que receberam o plano fazem parte do CBH PN3, Comitê de Bacia Hidrográfica dos Afluentes Mineiros do Baixo Paranaíba.  A entrega dos planos aconteceu na sede da AMVAP, onde está instalado o CIDES, na av Antônio Thomaz de Rezende, 3180 em Uberlândia.

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Dra Angela, UFU, Cristina, Cides, Dr. Valera e Nayane Cides
representantes dos municípios acompanhados do Dr. Valera
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* Ana Cristina Marquez | Jornalista |(34) 8833.7200 (OI)  (34) 9650.4729 (CTBC)

CIDES ENTREGA PLANOS DE SANEAMENTO BÁSICO E DE GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS A MUNICÍPIOS QUE FAZEM PARTE DO CBH PN3

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CIDES logo

Por Ana Cristina Marquez*

O Consórcio Público Intermunicipal de Desenvolvimento Sustentável do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, CIDES em parceria com o Instituto de Geografia da UFU, a Fundação de Apoio aos Universitários, FAU, e a Universidade Federal de Uberlândia, farão amanhã(16/06), a entrega dos Planos de Saneamento e de Gestão de Resíduos Sólidos a sete municípios do Cides, são eles:

– Ituiutaba;

– Centralina;

– Prata;

– Monte Alegre;

– Canapólis;

– Araporã;

– Gurinhata.

Sendo que destes, apenas Ituiutaba receberá só o de Resíduos por já possuir o de Saneamento.

O trabalho foi elaborado sob a coordenação dos doutores da UFU, Dra. Angela Maria Soares e Dr. Amilton Diniz e Souzacom a colaboração dos professores do Instituto Federal do Triângulo Mineiro, IFTM e Universidade Federal do Triângulo Mineiro, UFTM.

A entrega do plano será amanhã, 16 de junho, na sede da Amvap , onde está instalado o CIDES, na av Antônio Thomaz de Rezende, 3180 Distrito industrial

*Ana Cristina Marquez,  Jornalista,  (34) 8833.7200 (OI) (34) 9650.4729 (CTBC)

Inovation Fair: promoção de projetos inovadores

DOW REALIZA EVENTO PARA PROMOVER PROJETOS INOVADORES DE UNIVERSIDADES, EMPRESAS JUNIORES E STARTUPS

Empresa química busca dar visibilidade a projetos inovadores nas áreas de Alimentos Frescos, Agricultura, Segurança Hídrica, Construção e Infraestrutura, Produtos Químicos Renováveis, e Materiais, Processos e Produtos Químicos Empreendedores podem se inscrever até o dia 30 de junho no site www.innovationfair.com.br

A Dow, empresa do setor químico, está com inscrições abertas para o Innovation Fair, evento de inovação que busca impulsionar projetos voltados à sustentabilidade e à tecnologia. O Innovation Fair, que será realizado no dia 11 de agosto, visa a engajar e a promover iniciativas de universidades, empresas juniores e startups com foco em seis categorias:

– Alimentos Frescos;

– Agricultura;

– Segurança Hídrica;

– Construção e Infraestrutura;

– Produtos Químicos Renováveis, e;

– Materiais Processos e Produtos Químicos.

Empreendedores de todo o Brasil que quiserem participar do evento devem inscrever gratuitamente seus projetos no site http://www.innovationfair.com.br até o dia 30 de junho.

Os projetos mais inovadores, sustentáveis e aderentes às categorias selecionados por um júri da Dow serão apresentados por seus desenvolvedores para um grupo composto por representantes das áreas técnica e de negócios da Dow, parceiros, clientes, agências de fomento, entre outros.

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Para se prepararem para esta apresentação, que terá, no máximo, 10 minutos e será realizada no dia do evento (11/08), os empreendedores contarão com a ajuda de uma consultoria especializada.

“O objetivo da Dow com este evento é fomentar a inovação em áreas prioritárias, proporcionando oportunidade de visibilidade para projetos que precisem de apoio tanto intelectual quanto financeiro”, diz John Biggs, Diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Dow.

“Os participantes do Innovation Fair terão a oportunidade de interagir com importantes players de indústrias-alvo, do Governo, de instituições voltadas para a inovação e de Venture Capital para que, juntos, possam acelerar boas ideias e ajudar a transformar o futuro de todos”, finaliza o executivo.

As categorias escolhidas estão alinhadas a alguns dos principais desafios globais:

  • Alimentos Frescos: soluções com foco em manejo e preservação de alimentos. Segundo dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) um terço do que é produzido é perdido, o que corresponde a cerca de 1,7 bilhão de tonelada de alimentos. No Brasil, ainda segundo a FAO, as perdas correspondem em média a 30% dos alimentos pós-colheita, no caso dos frutos, e 35%, no das hortaliças.
  • Agricultura: Tecnologias, produtos e processos para aumento da eficiência e produtividade no campo. Segundo estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), a visão da América Latina como celeiro do mundo tem ganhado espaço em função das características da região e da previsão de aumento da população mundial, prevista para chegar a 9 bilhões de pessoas em 2050, que demandará um aumento de 60% na produção de alimentos, ocupando apenas 12% a mais de terras aráveis.
  • Segurança hídrica: Métodos, produtos e processos voltados para a purificação e o manejo de água para consumo humano e industrial. De acordo com a Agência Nacional de Águas (ANA), a falta de água tem afetado pelo menos 40 milhões de pessoas de nove Estados do país e do Distrito Federal, ou seja, 20% da população brasileira.
  • Construção e infraestrutura: materiais, aditivos e técnicas para aumentar o desempenho e a eficiência na cadeia de construção. Segundo dados de uma pesquisa feita pela Escola Politécnica da USP apontou que há perdas de até 50% de argamassa e de até 288% de cimento nos canteiros de obras. Em contrapartida, levantamento feito pela Fundação Getúlio Vargas para o SindusCon-SP afirma que até 2024 o déficit habitacional no Brasil será de 20 milhões de famílias.
  • Produtos Químicos Renováveis: compostos produzidos a partir de fontes renováveis, utilizando matérias-primas e/ou rotas alternativas às petroquímicas. Na área de “Química Verde” o Brasil tem uma grande vantagem competitiva por ser responsável pela gestão do maior patrimônio de biodiversidade do mundo, segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), órgão vinculado ao Ministério do Meio Ambiente.
  • Materiais processos e produtos químicos: novos materiais, processos e produtos químicos cuja aplicação não se enquadre em algum das categorias anteriores.

Evento Inovation Fair:

O Innovation Fair será realizado na sede da Dow Brasil, em São Paulo (Rochaverá Corporate Towers), no dia 11 de agosto das 8h às 17h.

No período da manhã haverá apresentações e debates relacionados ao tema inovação e à tarde serão realizadas seis sessões paralelas de apresentação de projetos, uma para cada categoria.

O site http://www.innovationfair.com.br, além de conter o formulário de inscrição de projetos, traz a descrição detalhada de cada categoria e um FAQ, entre outras informações. A inovação e a sustentabilidade são pilares estratégicos da Dow, que usa a cultura de inovação e como forma de agregar valor aos seus negócios. A Dow investe anualmente US$1,6 milhão em pesquisa e desenvolvimento de soluções direcionadas para negócios de alto retorno e mercados com a capacidade clara para entregar ganhos de curto prazo.

Sobre a Dow A Dow (NYSE: Dow) alia a força da ciência e da tecnologia para inovar com paixão o que é essencial ao progresso humano. A Companhia produz inovações que extraem valor da interseção entre as ciências químicas, físicas e biológicas, ajudando a solucionar os mais desafiadores problemas mundiais, como a necessidade de água potável, a geração e conservação de energia limpa e o aumento da produção agrícola. O portfólio líder e integrado da Dow nas áreas de Especialidade Química, Materiais Avançados, Ciências Agrícolas e Plásticos oferece uma ampla variedade de soluções e produtos baseados em tecnologia para aproximadamente 180 países e em setores de grande crescimento como embalagens, eletrônicos, água, revestimentos e agricultura. Em 2014, a Dow teve vendas anuais de mais de US$ 58 bilhões e empregou aproximadamente 53.000 funcionários em todo o mundo. As mais de 6.000 famílias de produtos da Companhia são produzidos em 201 unidades fabris em 35 países ao redor do mundo. As referências à “Dow” ou à “Companhia” significam a The Dow Chemical Company e suas subsidiárias consolidadas, a não ser que detalhadas expressamente de outra forma. Informações adicionais sobre a Dow podem ser encontradas em http://www.dowbrasil.com e http://www.dow.com

Resíduo é recurso

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Quando pensamos em lixo ainda temos a imagem de um monte de coisas, de diferentes naturezas, misturado e sujo. Essa ideia faz parte do in-consciente coletivo e vem sendo construída há centenas de anos. No entanto, a produção de lixo nas últimas décadas vem aumentando consideravelmente em todo o mundo e isso é cada vez mais preocupante.

No Brasil, em 2010, o crescimento da produção de lixo foi seis vezes maior que o crescimento da população. Infelizmente a evolução da coleta seletiva não acompanha esses índices e, no mesmo ano, cresceu apenas 1,6% colaborando para que 40% do total do lixo produzido no Brasil tivesse destinação incorreta, ou seja, lixões, beiras de rios e córregos, queimadas, enfim, fazendo com que muitas toneladas de recursos fossem desconsideradas da cadeia produtiva brasileira.

Esse comportamento nos traz a reflexão de onde e como podemos ser melhores. O que devemos aprender para sermos capazes de reverter essas perdas econômicas e também ambientais.

Inevitavelmente ainda estamos pensando em lixo da maneira como fomos “habituados”. Porque ainda nos rendemos a esse modelo de descarte inconsciente e inconsequente. Fatalmente porque ainda não temos estrutura e condições propostas pelo poder público para que a gestão do lixo seja mais eficiente e visualize o “lixo” como recurso e não apenas despesas.

Nesse sentido, por mais que a lei estabeleça o princípio de responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida do produto, e aí ela considera como responsáveis pelo “lixo” as prefeituras, empresas e a população, a responsabilidade de proporcionar a melhor gestão do lixo é da prefeitura de uma cidade. É ela que deve promover toda a discussão, articulação, educação/conscientização e ações práticas para a coisa.

Mudanças à vista

Enquanto alguns continuam estagnados nos mesmos padrões de desenvolvimento, outros se antecipam às exigências de mercado e oportunidades de negócios.

É esse o exemplo de algumas empresas e indústrias de diferentes segmentos que vem reduzindo custos e ampliando a margem de lucro quando começam a pensar de maneira diferente a gestão dos resíduos de suas atividades e o setor da construção civil é um belo exemplo disso.

RCD reciclado

A correta destinação dos RCDs, como são chamados os Resíduos de Construção e Demolição, tem um custo alto no valor final da obra e há mais de dez anos a resolução do Conama nº 307/2002 estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil.

Em São Paulo a capacidade instalada da indústria da reciclagem gira em torno de 80 mil/tons mês, todavia só produz 25% desse total. Em Ituiutaba ainda não temos usina de reciclagem de RCD.

Cada subproduto dos RCD possuem características distintas e usos recomendados. Por exemplo, a Brita Reciclada pode ser usada para fabricação de concretos não estruturais e drenagens enquanto que a Brita 4 é recomendada para terraplanagens, drenagens e aterros, e assim por diante com Pedrisco Reciclado e Bica Corrida e outros.

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Oportunidades em casa

Ao tempo em que o município de Ituiutaba vive em plena expansão urbana imobiliária – mais de oito mil casas já foram construídas e entregues pelo programa federal de habitação Minha Casa Minha Vida, além dos bairros residenciais particulares e o setor industrial que é o alvo de interesse de desenvolvimento da prefeitura – os RCDs são encaminhados para o aterro sanitário municipal que não tem licença para o recebimento de tais resíduos.

Considerando a oportunidade econômica como parte do desenvolvimento de um município, a reciclagem de RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL em Ituiutaba é um dos pontos da gestão integrada dos resíduos sólidos do município que deve ser fortemente trabalhado. Uma indústria de reciclagem de RCD gera emprego e renda, desenvolvimento econômico e por consequência preservação ambiental.

Ao passo que os resíduos podem ser transformado em outros materiais ou substâncias que supram diferentes necessidades e reintegrem a cadeia produtiva gerando riquezas econômicas, sociais e ambientais nos certificamos que a característica fundamental dos RESÍDUOS é que ele é RECURSO.

Abaixo alguns exemplos de reciclagem de resíduos de construção civil e demolição.

Exemplo de Reciclagem de Entulho

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Ituiutaba recebe o Planetário Sesc

Sindicomércio Ituiutaba promove cultura e educação através do Planetário Sesc em Ituiutaba. 

Planetario Sesc

O projeto traz à população de Ituiutaba e das cidades da região uma fantástica apresentação das estrelas, constelações, planetas e outros aspectos peculiares ao firmamento.

Essa apresentação é possível através da reprodução artificialmente, por meio de projeção em ambiente fechado, o aspecto do céu natural. As apresentações provocam no visitante o interesse por questões ligadas à astronomia e potencializam as práticas pedagógicas relacionadas à temática.

 O projeto oferece um circuito de três atividades:

  • Sessões na Cúpula – Utilizando um projetor que simula a abóbada celeste, são exibidos programas que apresentam o Sistema Solar, particularidades das estrelas e constelações, galáxias e diferentes visões do Universo

  • Stellarium – É um software livre de astronomia para visualização do céu, nos moldes de um planetário. Com excelente qualidade técnica e gráfica, o programa é capaz de simular o céu diurno, noturno e os crepúsculos  de forma muito realista. É capaz ainda de simular planetas, luas, estrelas, eclipses e tudo em tempo real, fornecendo informações detalhadas de milhares de corpos celestes.

  • Oficinas e Jogos – Espaço destinado a promover, aperfeiçoar e ampliar a realização de atividades de ensino e difusão científica de Astronomia e Ciências para o grande público, estudantes e professores.

O Planetário Sesc  busca ampliar e  aperfeiçoar da utilização de espaços de educação não-formal para a disseminação do conhecimento científico, concomitante as escolas têm a oportunidade de trabalhar o tema de forma teórica em sala e ampliar a visão dos alunos a partir das visitações, proporcionando aprendizado de forma dinâmica, lúdica, criativa e encantadora.

 Período: De 09 de junho a 27 de julho

 Abertura: 09/06 às 10h

 Maiores Informações Sindicomércio: 3261-6058